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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

domingo, 11 de setembro de 2016

Fotógrafo só paga por software por que quer, ou por desinformação

Não, não estou incentivando a pirataria de programas, mesmo ela sendo uma realidade muito comum. A pirataria não se enquadra em nenhum dos dois casos citados no título deste artigo. Talvez devesse acrescentar que também só faz pirataria por desinformação.

Existem muitos Softwares Livres para fotografia, e muitos deles são multiplataforma, isto é, funcionam no Microsoft Windows, Mac OS X, GNU/Linux, FreeBSD etc, ao contrário dos comerciais, que funcionam em poucas plataformas, tipicamente só Microsoft Windows e Mac OS X, quando não em só em uma delas.

Pesquisem sobre GIMP, UFRaw, Luminance HDR, CinePaint, darktable, KPhotoAlbum e Hugin. Na realidade, a lista é muito maior do que isto, mas estes são alguns dos que uso no meu dia a dia de fotógrafo amador (Quase, estou aprendendo a usar o DarkTable neste final de semana.). Já falei sobre este assunto antes (Aconselho dar uma olhada.), logo no início deste blog, a 6 anos atrás.

A maioria dos fotógrafos que conheço não conhece estes programas, ou mal ouviu falar de alguns poucos deles, e parte dos que ouviram falar foi de forma errada, com informações desatualizadas, de forma preconceituosa etc. Por isto que usei a palavra "desinformação" no título.

Para usar todos os benefícios deles, e todos eles, talvez tenha que passar a usar um GNU/Linux ou o FreeBSD (o que eu uso), mas acho que, diante da quantidade de coisas que um fotógrafo tem que aprender para ser realmente bom na era digital, aprender a usar um outro sistema operacional pode se tornar algo pequeno (Fora outros benefícios, como não ter vírus.). Conheço gente que fez esta transição.

Extra

No ano passado fiz um workshop de fotografia no qual um aluno estava com uma câmera novinha, lançada poucos meses antes. O programa comercial instalado no notebook do professor não abria os arquivos raw desta câmera, pedindo atualização para fazer isto. O UFRaw no meu notebook, instalado meses antes do lançamento da câmera, estava abrindo sem problemas.

sábado, 13 de agosto de 2016

Chegou a hora de lançar a Nikon F7?

Segundo o site da Nikon, ela ainda fabrica duas câmeras de filme. Elas são a topo de linha F6, toda eletrônica, para profissionais, e a toda mecânica FM10. Sobre a FM10 não tem muito a se falar neste artigo. Não tem muita novidade que pode ser implementada na FM10. Talvez uma melhoria no fotômetro? Mas sobre a outra, a F6, pode-se dizer que muita coisa aconteceu desde que ela foi lançada.

Então penso: Não estaria na hora da Nikon lançar a Nikon F7, uma nova versão profissional de câmera de filme, a sucessora da Nikon F6?

domingo, 10 de julho de 2016

Lente com ácaros?

Eu já vi muito mofo em lente. Eu tive até uns grandes na minha lente 18-105mm que chamei de "cogumelos". Já soube de poeira entrar em lentes que não eram seladas. E acredito que cinzas de cigarro podem entrar em lentes não seladas (Não fume enquanto estiver com a câmera.). Mas esta semana tive uma surpresa.

Eu fui levar umas lentes de uma amiga para serem limpas, e como ela me entregou em cima da hora, quando eu estava para pegar o ônibus, não pude examinar as lentes. Só no dia seguinte que pude examinar as lentes. E tive uma surpresa.

As duas lentes tinham mofo, mas uma tinha um grande em um canto, como pode ver na foto abaixo:


Se você ver algo assim na sua lente, leve-a para um técnico de lentes de confiança para ser limpa.

Mesmo estando grande na imagem, na realidade isto era em um canto da lente.

Tem casos que isto pode tomar todo um elemento da lente, e até mais de um. E tem casos que só são uns fios esparsos, em elementos internos, e não afetam a foto. Neste caso não vale a pena abrir a lente para limpar.

A foto abaixo dá uma visão melhor:

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Os 5 modos de controlar o nível de exposição

Existem, pelo menos (que eu conheça), cinco modos de controlar a exposição de uma fotografia. Três delas são inerentes da câmera, outra é usada na lente da câmera, e outra é do ambiente/cena fotografado e nem sempre pode ser controlado.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Carnaval e céu azul no Centro Histório de Paraty

Hoje de tarde fiz um passeio fotografando a decoração do carnaval, com o céu azul ao fundo (Quase sempre, pois tinha algumas nuvens.).

Na realidade fotografei vários temas, mas escolhi este para publicar.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Uma volta por volta do Museu do Amanhã

No final da tarde, e início da noite, do dia 08/01/2016 deu uma volta na Praça Mauá, e por volta do Museu do Amanhã. Não pude entrar pois tinha acabado o horário de entrada.

O prédio é realmente impressionante, e o entorno também. Foi legal andar ali. Em um momento, no meio do passeio, resolvi fazer algumas fotos com a minha companheira Lumix FZ28.

As fotos podem ser vistas abaixo (Clique no "Continua..." para ver as outras.):


sábado, 2 de janeiro de 2016

Um pouco sobre fotografia de fogos

Este ano cheguei em cima da hora para fotografar os fogos de Paraty. Uns 15 minutos antes. Deveria ter chegado antes, mas não foi possível. Assim não tive tempo de testar tudo o que precisava.


No ano passado usei o DSLR Remote para controlar a câmera, mas este ano troquei de celular, e ainda não tinha testado ele no novo celular. Na hora de testar, descobri que o DSLR Remote não funciona no Moto G3. Ele faz até o click, mas é muto baixo. Acho que não tem potência suficiente para acionar os LEDs.


Pensei em usar o DslrDashboard, mas vi que teria que testar antes e estava ficando sem tempo. Em suma, resolvi apelar para o plano C, que é apertar mesmo o botão, com a câmera em modo Bulb, como fazia antigamente.


Desta vez resolvi fazer algumas coisas diferentes. Acho que estou melhorando, mas falta muito para me tornar um bom fotógrafo de fogos de artifício.


Uma das coisas diferentes foi não fotografar todo o percurso dos fogos, e sim, um tempo curto depois da explosão. Mas acertar este tempo não é tão fácil quanto falar (ou escrever).


Eu não tinha o controle sobre quais fogos, quando, por quanto tempo, onde etc. Eu tinha que pegar um enquadramento grande do céu e tentar dar sorte. Tinha que controlar a ansiedade. Não tinha tempo para avaliar os resultados. A fumaça também se acumularia, piorando os resultados, criando dispersão da luz, obstruindo a visão etc.


Deve ser muito mais fácil fotografar fogos encenados, disparados controladamente para serem fotografados, mas não tenho cacife para isto.


Fotografar fogos parece ser tão, ou mais, difícil do que fotografar esportes.


Postei aqui as fotos sem cortes, sem edição, sem apagar os restos dos fogos anteriores. Sei que poderia melhorar as fotos assim, artificialmente, mas quis passar a mensagem de que fotografar fogos não é tarefa fácil. Basicamente escolhi algumas das fotos que gostei.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Meu primeiro vídeo no Facebook.

Quem diria, publiquei meu primeiro vídeo no Facebook, e não é um vídeo. É um Time-lapse feito de longas exposições.

Ele pode ser visto neste link do YouTube, ou abaixo.



Apesar de ter feito algumas capturas para Time-lapse, esta é a primeira vez que chego a montar o vídeo.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Retratos de uma gata

Na minha última última ida a Paraty eu tive a oportunidade de fotografar uma gata na minha casa. Fiz alguns retratos dela. Ela sabia posar para fotos.

Clique no "Continua..." abaixo para ver as fotos.

sábado, 31 de outubro de 2015

Uma foto realmente precisa estar em foco?

Em geral, sim. Em geral, o objeto principal (ou tudo, ou boa parte) da foto precisa estar em foco. Mas nem sempre, pois uma foto também pode ser arte abstrata.


Notem a foto acima. O que mais chama a atenção, que ocupa mais área, está muito desfocado. E a moto Vespa vermelha chama muito atenção. Ela está no meio da foto, bem iluminada, mas fora de foco.

O que está em foco é ponto mais distante da cadeira mais distante, e a corda que separa o mundo de fora da lanchonete onde eu estava. Este foco não é óbvio de imediato.

Existe uma clara separação de ambientes, por iluminação e foco, que pode ser interpretada de muitas formas diferentes. Acho que fiz uma arte abstrata.

Não é a primeira vez que publico algo com forte apelo ao desfoque. Aqui está um trabalho anterior.

domingo, 25 de outubro de 2015

Fotografia básica para turistas leigos em fotografia

Depois de dar muitas dicas de fotografia para turistas leigos em fotografia no Centro Histórico de Paraty resolvi escrever este texto. Ele é um conjunto básico de dicas para evitar fotos muito ruins de viagem. Ele está dividido em 3 partes: Motivação, Enquadramento e Noturna. Acho que são os 3 pontos mais importantes que um turista leigo em fotografia tem que saber.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Um pouco de foto de produtos e iluminação

No início do mês, em um final de semana no qual eu estava em Paraty (e chovia), fiz algumas fotos de produto, e usei em um momento luz contínua e em outro flash rebatido em todas as paredes. Então resolvi fazer alguns comentários, e contar algumas coisas que aprendi.

Comecei testando uma lente Micro-NIKKOR 55mm F2.8 Ai-S, e fiz fotos de um carrinho. Depois fotografei a lente.

Como foram feitas as fotos do carrinho. Foi sim em um estúdio improvisado.

domingo, 20 de setembro de 2015

Testando uma Micro-NIKKOR 55mm F2.8 Ai-S

No final de Agosto comprei a minha primeira lente de macro para a minha câmera Nikon. Como uma boa parte dos meus acessórios de fotografia, ela é usada. Antes, se eu tivesse que fazer fotos de coisas pequenas, eu só podia usar a minha ultra zoom, a minha Lumix FZ28 antiguinha.

Mostrando a lente na sua posição mínima de foco, e aparecendo também o gancho para os Photomic pré 1977, as posições de abertura e a descrição dela.

Eu pretendia arranjar alguma flor, ou algo parecido, para fazer os testes, mas a "divina providência" (e eu sou ateu) me providenciou algo "mais másculo", algo bem mais "coisa de homem" para fotografar do que florzinhas. E também menos cliché. Tal como a bolinha amarela, usada em 3 artigos (Obturador de cortina e sincronismo de flash, Fotografando MRUA - Planejamento e Fotografando MRUA - Execução), achei um carrinho de brinquedo no meu jardim. (kkk)

F32, 30 segundos de exposição.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Farofas Fotográficas

A farofa é uma das comidas, se não a comida, que mais tem possibilidades de variações, de combinações, de possibilidades etc, mas muita gente sempre faz a mesma receita, com os mesmo ingredientes, sem variações. E para piorar, muita gente faz mesma farofa, quase todo restaurante faz a mesma farofa, sempre seguindo a mesma receita, por causa do mito "Todo mundo gosta de farofa de bacon.". Eu já falei disto aqui.

Pode ser uma covardia não sair do mesmo, não variar as receitas. Algumas pessoas podem criar a sua própria receita, e ela ser a sua "marca registrada" (Conheci um restaurante que tinha a sua receita exclusiva de farofa.), e isto é bom, mas também é bom conhecerem outras receitas para poder variar de vez em quando. Mas tem pessoas que nem tentam aprender novas receitas e/ou criar as suas próprias receitas, fazendo sempre a mesma que todo mundo faz.

De vez em quando vejo isto na fotografia. Pessoas tratando as fotos da mesma maneira, com os mesmos programas, usando tratamentos padrões que vem nos mesmos programas que muitos usam. Todos fazendo farofa de bacon. Medo que a sua farofa/fotografia não seja aceita? E daí se não for aceita? Mas novidades podem ter aceitações surpreendentes, como a minha farofa de banana que fiz em uma festa de ano novo. Todos comeram dela, e ela acabou (E de novo no almoço do dia seguinte.).

E qual é uma das funções da arte, senão provocar, mostrar o diferente, contrapor, subverter.

Eu mesmo me questiono sobre estas coisas. Como agora estou me questionando se não estou exagerando, se não estou me valorizando demais ao fazer esta crítica. Eu tenho um espírito iconoclasta, e não posso resistir a pensar diferente, a derrubar ícones. Mas também sou chegado a não editar as fotos (tem vezes que sou preguiçoso), usando o SOOC.

A farofada

Semanas atrás, depois de enviar o material para a convocatória do Paraty em Foco, peguei uma das imagens e resolvi olhar mais para ela. Era o HDR abaixo, que já foi assunto de retrabalho de edição, mencionado aqui.

HDR com 6 exposições com passos de aproximadamente 2 EV entre elas. Fusão das exposições feita com o Luminace HDR. Mapeamento de tons feito à mão, com ajuste de gama, máximo e mínimo, e depois curvas, no Cinepaint. Foram mais de 9 horas de trabalho para chegar nesta versão, certamente com pausas, sem contar as versões anteriores.

Fiquei pensando: E se eu aplicar as receitas, os algoritmos, de Mapeamento de Tons do Luminance HDR  nesta imagem?

terça-feira, 11 de agosto de 2015

129 cenas de filmes e algumas observações minhas

Uma amiga compartilhou no Facebook o link para uma destas listas, que são muito comuns na Internet, mas esta era algo legal. Eram 129 das mais lindas cenas de filmes.

A início dei uma olhada, depois outra, e outra. Resolvi compartilhar, e não sou de compartilhar listas de coisas. As cenas era bonitas. Enquanto escrevia comecei a olhar para as fotos como quem gosta de cinema e depois como fotógrafo, analisando como foram feitas, seus elementos etc.

A riqueza das cenas daria um curso de fotografia, ou muitos debates em um curso de fotografia. Vale a pena ver as imagens, e se você estuda e/ou gosta de fotografia e/ou cinema, vale a pena estudá-las.

Abaixo transcrevo o texto que fiz ao compartilhar as fotos, mas sugiro ler com a lista de fotos aberta em outra janela, ou outra aba do navegador, e somente depois de dar uma boa olhada em cada uma delas, e, conforme lê, ou depois de ler, olhar de novo para as fotos. Comentários são bem vindos.


terça-feira, 30 de junho de 2015

Uma foto e uma história - 5

Em geral, toda a imprensa vai embora ao final dos eventos. Quase ninguém fica. Na realidade, muitos vão embora antes mesmo do final do evento, e acho que isto aconteceu na Décima FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty) em 2012. Eu estava na cidade, e fiquei. Fotografei o show de encerramento (Não me lembro de ter visto imprensa por lá.) e parte do desmonte do evento. Tirei algumas fotos interessantes, inclusive esta abaixo.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Um caso interessante de violação de direito de imagem

Existe um entendimento errado sobre direito de imagem, direito autoral, domínio público etc, e muitos que lidam com imagens, como gráficas, pequenas agências de propaganda etc, desconhecem o assunto (e outros desrespeitam mesmo). Eles costumam pegar qualquer foto disponível, de acesso público, e assumem que é de domínio público, que podem fazer qualquer coisa com elas etc, quando os dois conceitos são bem diferentes. Já falei disto antes.

Desta vez o resultado foi, no mínimo, inusitado, segundo esta matéria do G1. Uma foto pessoal de uma, Camstar, modelo faz apresentações via webcam, foi usada indevidamente na propaganda em banner de um site concorrente. Ela chegou a ser reconhecida por um cliente, mesmo não aparecendo o rosto na foto. Ela processou o concorrente, e ganhou. Segundo a notícia, não parece ter sido levado em conta no processo o direito autoral da foto, só levando em conta possíveis prejuízos financeiros, que segundo a justiça ela não conseguiu comprovar, e uso indevido de imagem na propaganda, que foi aceito pela justiça.

A empresa condenada alegou que foi um contratado para fazer o banner que pegou a imagem, o que dá a entender que ela não se preocupou com a origem da foto, e pode-se suspeitar que ela pode não ter fornecido uma fotografia. Ambos devem ter pensado em economizar com fotografia. Infelizmente a prática de economizar com fotografia pegando alguma de algum outro é muito comum por aqui.

sábado, 30 de maio de 2015

O desfile de um modelo muito Fashion

Na minha última visita à Paraty eu tive a honra de fotografar o desfile de um modelo muito Fashion, um verdadeiro charme. Abaixo estão as fotos.







sábado, 23 de maio de 2015

Making of da Passeata das Coxinhas Mordidas

Algumas pessoas devem estar curiosas para saber como eu fiz as fotos do artigo A Passeata das Coxinhas Mordidas (álbum de fotos aqui), e como surgiu a ideia.


A ideia surgiu em uma discussão que disparei no Facebook falando de pessoas de direita e preconceituosas se sentindo contrariadas por que as coisas não eram da forma que elas queriam, que se sentiam perdendo privilégios, e principalmente de páginas mentirosas e suspeitas que alimentavam a alienação destas pessoas, e as manipulavam. Até criei o nome para esta página no Facebook.

Mas um problema que pensei era qual avatar usar, qual criar, como criar etc. Eu não sou grande desenhista, mas o que eu sei fazer bem é fotografar, então, depois de uma semana de planejamento...

sábado, 25 de abril de 2015

Uma foto e uma história - 4

Dois de Novembro de 2009. Nesta época a minha melhor câmera era a minha Ultrazoom, uma Panasonic FZ28 que uso até hoje. Eu estava empolgado com uma técnica que tinha começado a aprender, e que depois me tornei, creio eu, bom e com um estilo próprio. Fiz muitas exposições para fazer HDRs, mas eu só usava os algoritmos de mapeamento de tons existentes no programa que atualmente se chama Luminance-HDR.

Depois, insatisfeito com os algoritmos de mapeamento de tons, aprendi a fazer manualmente, editando curvas, comprimindo os tons altos etc.

Esta imagem, feita com 8 fotos em uma maré alta de madrugada, foi um dos casos que não gostei do mapeamento de tons. Agora, muito mais experiente com edição por curvas, encontrei-a garimpando o meu acervo enquanto preparava uma oficina sobre HDR. Então resolvi trabalhar de novo nela. O resultado está abaixo:


Atualmente faria mais uma ou duas capturas para melhorar mais ainda a imagem.