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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Um pouco mais sobre filtros polarizadores

A luz é uma onda eletromagnética, tal como Faraday desconfiou, e acabou provando.

A polarização da luz é o alinhamento destas ondas eletromagnéticas, e a luz comum é a total bagunça de polarização, com todas as polarizações possíveis.

A polarização da luz pode ser encarada como um vetor, e como tal, pode ser decomposta em, pelo menos, dois outros vetores menores. Um filtro polarizador faz a decomposição das polarizações em duas outras polarizações perpendiculares, bloqueando uma e permitindo que a outra passe.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Show da Banda Ultravolts

Nesta ida à Paraty eu não fui a muitos shows, e só vi a programação hoje (03/01/2015). Aí vi que perdi show de bandas e artistas que eu adoro, mas tinha uma banda de noite com um nome curioso, Ultravolts. É mais curioso ainda para mim por que eu estudei eletrônica.

Assisti no final de tarde uma banda legal, e fotografei um pouco, mas ela não constava no cartaz da programação, então fiquei sem saber o nome dela (Quem souber, por favor, informe nos comentários.). Saí para jantar antes do final do show, e pensei em voltar de noite para o show principal.

Fiz várias coisas neste tempo, inclusive ver uma exposição na Galeria Zoom (Vale a pena ver.), e depois fui ao show da Banda Ultravolts. Levei três lentes para usar no show: a 50mm F1.8, a 70-300mm VR F4.5-5.6 e a 18-105mm F3.5-5.6. Acho que isto cobriria todas as minhas necessidades de lentes, e estava com saudades de usar a 70-300mm.


Adorei o show. No início tive as dificuldades por não conhecer a banda e o seu gestual, a forma de se apresentar etc (Isto é comum.), além do fato de não fotografar um show a meses, mas depois que se entra no ritmo, que entende a banda, tudo flui. Eles já começaram impressionando.



A iluminação era a LED, com as suas distorções de cor e luz dura, o tipo de luz que não gosto, não tendo alguma luz suave para amenizar, mas acho que o resultado foi bom.


Cantei e dancei muito durante o show, e fiz quase 700 fotos, o que é sinal que me empolguei, que adorei o show. Acho que só cantei mais no show da banda cover o Legião Urbana (Eles cantaram um pouco deles.) e nos shows da Ciranda Elétrica.


A banda estava curtindo ter alguém fotografando, tal como muitas curtem, e em um momento me chamaram para trás do palco. Pensei que poderia ter algum problema, que iriam me pedir para parar de fotografar (e cortar o meu barato), mas não, eu fui convidado a fotografar do palco. Avisei que eu estava com uma roupa inadequada, mas falaram que não tinha importância. Que honra. Este é o sonho de muitos fãs.


Faz tempo que eu não fotografava do palco, e tentei fazer o melhor que eu pude. É uma experiência mais imersiva no show. Cada local de onde se fotografa, seja no palco, numa house mix, na primeira fila, de um ponto alto etc, é uma experiência diferente.



A seleção de fotos foi um problema, pois foram centenas de fotos boas. Na minha primeira seleção foram 161 fotos. Resolvi subir todas elas para este álbum, sem fazer edições exceto a redução de tamanho e a colocação de meu logotipo. Uma sugestão é abrir o álbum, escolher as fotos que quer ver melhor, e clicar nela. Também pode ver por esta apresentação de slides.

Acho que, se eu pudesse me sustentar bem assim, eu viveria feliz como fotógrafo de shows de pop/rock.

Outra coisa que pensei é como compartilhar com o público um pouco desta sensação de ver acontecer do palco, e acho que já sei como fazer isto, como mostrar um pouco disto durante o próprio show. Depende de vários detalhes tecnológicos.