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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

sábado, 6 de novembro de 2010

Como uma coisa leva à outra...

Acordei de noite com uma palavra que eu não me lembrava o significado, "Autóctone". Abri uma página do Google e pedi "define: autóctone" para ver a definição. Recebi várias respostas. Eu tinha a impressão que esta palavra tinha algo com biologia,  e estava certo. É algo parecido com "Nativo".  Três das quatro definições que recebi definem como sendo basicamente uma espécie que é só de um lugar ou de um ecossistema.

Mas uma das definições me chamou mais a atenção, uma que falava de povos nativos, como indígenas etc, mas a definição era longa e estava truncada. O link me levou à Wikipedia. Li só a introdução, que já era o suficiente para entender o que eu queria. Porém este artigo estava ilustrado com uma fotografia de uma índia datada de 1876, e isto me chamou muito a atenção.

Esta fotografia - um pouco escura e desviada para o sépia, mas bem definida - me chamou muito a atenção pela data e pela qualidade. Como corretamente, ela estava com o nome do autor anotado, Marc Ferrez, e como é uma enciclopédia em hipertexto, eu podia clicar nele, e assim o fiz.

Fiquei impressionado com a história dele, e depois vi rapidamente as fotos, o que também me impressionou. Ele foi um dos fotógrafos mais importantes da história do Brasil, além de ser quase que o introdutor do cinema no Brasil. Ele documentou as transformações urbanas do Rio de Janeiro. Foi interessante ver o Flamengo sem o aterro. Ele tinha um gosto por fotografar prédios e paisagens, ao contrário dos outros fotógrafos de sua época, que basicamente só faziam retratos, e me identifiquei com ele.

Se alguém quiser saber mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Marc_Ferrez

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