Este texto trata de problemas consequências de tentar ler dois cartões ao mesmo tempo no leitor de cartões Kingston FCR-HS4.
Para ler este texto antes tem que ler o artigo "Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?".
Ele está com um nível alto de "nerdice", portanto leiam por sua conta e risco.
Blog principalmente de fotografia, mas também de outros assuntos inclusive computação e Open Source.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?
O meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Tive boas experiências com leitores baratos, e algumas experiências ruins, inclusive um que já veio com defeito, e depois da troca o outro deu defeito em alguns dias. Então, já que o meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Nota: Quando eu falar de USB 3, estarei falando das versões 3.0 e 3.1 de USB, quando falar USB 3.0 estarei falando somente da versão 3.0, e quando falar de USB 3.1 é sobre esta versão em específico.
Mas no início achei os leitores de cartões USB 3 muito caros, mas começaram a surgir mais modelos, e a baratearem. Ainda não acho que são baratos, mas acho que estão saindo da faixa de preço de artigo de luxo, especialmente se forem duráveis.
Eu escolhi um dos mais baratos que achei no site Boa Dica, mas vou explicar por que não escolhi o mais barato.
Tive boas experiências com leitores baratos, e algumas experiências ruins, inclusive um que já veio com defeito, e depois da troca o outro deu defeito em alguns dias. Então, já que o meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Nota: Quando eu falar de USB 3, estarei falando das versões 3.0 e 3.1 de USB, quando falar USB 3.0 estarei falando somente da versão 3.0, e quando falar de USB 3.1 é sobre esta versão em específico.
Mas no início achei os leitores de cartões USB 3 muito caros, mas começaram a surgir mais modelos, e a baratearem. Ainda não acho que são baratos, mas acho que estão saindo da faixa de preço de artigo de luxo, especialmente se forem duráveis.
Eu escolhi um dos mais baratos que achei no site Boa Dica, mas vou explicar por que não escolhi o mais barato.
sábado, 2 de novembro de 2019
Por que passei a usar só Micro SD nas minhas câmeras?
Alguém, além de mim, já teve algum cartão eletronicamente bom, mas dando mal contato na câmera e no leitor? Isto é muito chato. O cartão fica não confiável, e é um risco de usar, pois pode colocar na câmera, funcionar, fazer as fotos, e depois não conseguir ler as fotos dele.
Eu tenho alguns cartões que aposentei por este motivo. Aliás, nunca perdi um cartão de memória por defeito eletrônico, ao contrário de pen drives.
O que leva a este defeito no cartão? Uso, muitas inserções e remoções, talvez leitores de baixa qualidade que arranham os contatos etc.
E como se evita estes danos ao cartão? Leitores de qualidade não são fáceis de achar, e preços são enganosos, pois já vi leitores ruins sendo vendido nos mais variados preços. Alguns bons são muito caros.
A melhor solução que achei foi usar Micro SD.
Os cartões Micro SD costumam vir com um adaptador, então, alguns anos atrás, comecei a coletar adaptadores Micro SD para SD de amigos que compraram cartões de memória para celular, MP3 etc. Também guardava os que vinham com os cartões dos meus celulares. Achava um desperdício jogar o adaptador fora. Com isto fiz um pequeno estoque de adaptadores (mas continuo aceitando doações).
O truque é que, usando o adaptador, quem está sofrendo com as inserções e remoções é o adaptador, e não o cartão em si. Quando o adaptador ficar ruim é só retirar o Micro SD dele e colocar em outro adaptador.
Assim faço o cartão durar mais.
Nota: Este texto foi escrito em 10/03/2018 e passou mais de um ano e meio aguardando ser revisado e publicado. Neste tempo, nem antes, não tive nenhum problema com os adaptadores e cartões que eu uso. Talvez nenhum adaptador tenha falhado por estar usando um bom leitor de cartões que será analisado em outro artigo.
Nota 2: Sei que colocando mais uma "camada de contatos" aumentam as chances de mau contato, mas os contatos bons (em qualidade e estado) dificilmente dão problemas, e contatos arranhados, danificados por uso, tem chances de darem problemas.
Eu tenho alguns cartões que aposentei por este motivo. Aliás, nunca perdi um cartão de memória por defeito eletrônico, ao contrário de pen drives.
O que leva a este defeito no cartão? Uso, muitas inserções e remoções, talvez leitores de baixa qualidade que arranham os contatos etc.
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| Note os contatos arranhados, além de alguns danos no corpo dele. Este cartão foi muito usado. |
E como se evita estes danos ao cartão? Leitores de qualidade não são fáceis de achar, e preços são enganosos, pois já vi leitores ruins sendo vendido nos mais variados preços. Alguns bons são muito caros.
A melhor solução que achei foi usar Micro SD.
Os cartões Micro SD costumam vir com um adaptador, então, alguns anos atrás, comecei a coletar adaptadores Micro SD para SD de amigos que compraram cartões de memória para celular, MP3 etc. Também guardava os que vinham com os cartões dos meus celulares. Achava um desperdício jogar o adaptador fora. Com isto fiz um pequeno estoque de adaptadores (mas continuo aceitando doações).
O truque é que, usando o adaptador, quem está sofrendo com as inserções e remoções é o adaptador, e não o cartão em si. Quando o adaptador ficar ruim é só retirar o Micro SD dele e colocar em outro adaptador.
Assim faço o cartão durar mais.
Nota: Este texto foi escrito em 10/03/2018 e passou mais de um ano e meio aguardando ser revisado e publicado. Neste tempo, nem antes, não tive nenhum problema com os adaptadores e cartões que eu uso. Talvez nenhum adaptador tenha falhado por estar usando um bom leitor de cartões que será analisado em outro artigo.
Nota 2: Sei que colocando mais uma "camada de contatos" aumentam as chances de mau contato, mas os contatos bons (em qualidade e estado) dificilmente dão problemas, e contatos arranhados, danificados por uso, tem chances de darem problemas.
domingo, 7 de julho de 2019
Roger Waters no Maracanã - 24/10/2018
- Esta câmera é profissional? - Pergunta o segurança ao ver a minha velhinha Panasonic FZ28 na minha pochete.
- Não. Ela é amadora. - Eu respondo.
E assim entrei no Maracanã para assistir o show do Roger Waters no dia 24/10/2018 com a câmera mais adequada que eu tinha para fotografar o show.
- Não. Ela é amadora. - Eu respondo.
E assim entrei no Maracanã para assistir o show do Roger Waters no dia 24/10/2018 com a câmera mais adequada que eu tinha para fotografar o show.
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
J.Goffredo Game Building
Muitos amigos meus sabem que tenho um senso de humor imaginativo, e não raramente nonsense. Mas não costumo mostrar muito disto na minha fotografia (exceto na Passeata das Coxinhas Mordidas).
Meses atrás mudaram o meu setor inteiro para um outro prédio, que, infelizmente, tem uma vista menos bonita, mas algo não parava de me provocar. Especialmente por que eu estou sentando junto da janela.
Comecei a fazer planos, e finalmente executei. Abaixo está o resultado.
Sei que não está perfeito, mas não sou designer, ilustrador etc. Fiz o que pude com o GIMP. Sei que tem programas melhores, mas ele me serviu. Eu tinha que colocar a ideia para fora.
Clique na imagem para ser ela sozinha, e nela de novo para ampliar.
Caso alguém queira participar da brincadeira, fazer uma versão etc, entre em contato pelas redes sociais, por e-mail, por comentário etc.
Meses atrás mudaram o meu setor inteiro para um outro prédio, que, infelizmente, tem uma vista menos bonita, mas algo não parava de me provocar. Especialmente por que eu estou sentando junto da janela.
Comecei a fazer planos, e finalmente executei. Abaixo está o resultado.
Sei que não está perfeito, mas não sou designer, ilustrador etc. Fiz o que pude com o GIMP. Sei que tem programas melhores, mas ele me serviu. Eu tinha que colocar a ideia para fora.
Clique na imagem para ser ela sozinha, e nela de novo para ampliar.
Caso alguém queira participar da brincadeira, fazer uma versão etc, entre em contato pelas redes sociais, por e-mail, por comentário etc.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Notas sobre o adaptador Nikon FTZ para as câmeras mirrorless Nikon e lentes F
A Nikon lançou as suas câmeras mirrorless com um adaptador FTZ para
permitir o uso das suas lentes com mount F nelas, mas, pelas fotos, um
usuário experiente de lentes antigas da Nikon consegue perceber várias
limitações neste adaptador.
Será usada a Nikon Df como referência para comparação por ser a DLSR da Nikon que aceita a maior gama de lentes da Nikon. Outra referência será Nikon D90, que já foi uma das mais populares câmeras da Nikon.
Tanto a Nikon Df quanto este adaptador não conseguem ler a abertura de lentes lançadas pela Nikon antes de 1977. Mas quase todas estas lentes podem ser modificadas para Ai-S. A Nikon Df consegue ler a abertura das lentes Ai-S, mas este adaptador não pode. Ele não tem o encaixe para isto.
Existe uma pequena chave neste adaptador, perto do encaixe da lente, que se parece muito com uma que existe na D90 e em muitas outras câmeras da Nikon. Ela permite saber se uma lente que tenha anel de abertura, como a popular 50 mm F1.8 AF D, está configurada na abertura mínima. Assim, se a lente se identificar para a câmera (como as que tem contatos eletrônicos), ou for informada em algum menu da câmera (no caso das lentes totalmente mecânicas), seria possível controlar a abertura da lente.
Mas esta chave impede que uma lente Nikon de antes de 1977, que não tenha sido modificada, seja encaixada neste adaptador. Este mesmo problema acontece na D90, e em outras câmeras Nikon. A Nikon Df não possui esta chave, portanto não impede o uso destas lentes.
Outra coisa que se pode notar é a ausência do motor de foco, que é presente em quase todas as câmeras Nikon intermediárias ou melhores. Este motor não está presente nas linhas D3X00 e D5X00. A consequência é que lentes AF e AF D, como a popular 50mm F1.8AF D, não serão capazes de fazer autofoco com este adaptador. Assim só será possível fazer autofoco nas lentes AF-S e AF-P, que possuem o seu próprio motor de foco.
Aparentemente o nível de compatibilidade de lentes deste adaptador deve ser parecido com o das câmeras das linhas D3X00 e D5X00. Isto dificultará o uso de algumas lentes populares, mas deve funcionar em todas as mais modernas.
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| Nikon Z7 com adaptador FTZ. Fonte: Divulgação/Nikon |
Será usada a Nikon Df como referência para comparação por ser a DLSR da Nikon que aceita a maior gama de lentes da Nikon. Outra referência será Nikon D90, que já foi uma das mais populares câmeras da Nikon.
Tanto a Nikon Df quanto este adaptador não conseguem ler a abertura de lentes lançadas pela Nikon antes de 1977. Mas quase todas estas lentes podem ser modificadas para Ai-S. A Nikon Df consegue ler a abertura das lentes Ai-S, mas este adaptador não pode. Ele não tem o encaixe para isto.
Existe uma pequena chave neste adaptador, perto do encaixe da lente, que se parece muito com uma que existe na D90 e em muitas outras câmeras da Nikon. Ela permite saber se uma lente que tenha anel de abertura, como a popular 50 mm F1.8 AF D, está configurada na abertura mínima. Assim, se a lente se identificar para a câmera (como as que tem contatos eletrônicos), ou for informada em algum menu da câmera (no caso das lentes totalmente mecânicas), seria possível controlar a abertura da lente.
Mas esta chave impede que uma lente Nikon de antes de 1977, que não tenha sido modificada, seja encaixada neste adaptador. Este mesmo problema acontece na D90, e em outras câmeras Nikon. A Nikon Df não possui esta chave, portanto não impede o uso destas lentes.
Outra coisa que se pode notar é a ausência do motor de foco, que é presente em quase todas as câmeras Nikon intermediárias ou melhores. Este motor não está presente nas linhas D3X00 e D5X00. A consequência é que lentes AF e AF D, como a popular 50mm F1.8AF D, não serão capazes de fazer autofoco com este adaptador. Assim só será possível fazer autofoco nas lentes AF-S e AF-P, que possuem o seu próprio motor de foco.
Aparentemente o nível de compatibilidade de lentes deste adaptador deve ser parecido com o das câmeras das linhas D3X00 e D5X00. Isto dificultará o uso de algumas lentes populares, mas deve funcionar em todas as mais modernas.
terça-feira, 17 de abril de 2018
3 dias estudando
Estudar é bom, e de vez em quando se aprende outras coisas inesperadas pelo caminho. Vai se estudar uma coisa, e aprende-se outra junto.
Eu confesso que tenho alguma dificuldade de fazer foco manual. Quando fotografava na adolescência usava uma câmera de foco fixo, e quando retornei a fotografia já adulto passei a usar essencialmente o autofoco. O autofoco é um grande recurso, que melhora as fotos, e agiliza o processo. Acho que fiquei acomodado, mas acredito que não seja o único.
A maioria das minhas lentes são autofoco, mas tenho algumas lentes que não tem este recurso, inclusive as minhas duas lentes mais claras. Uma delas usei nas duas sessões de fotos com uma grande amiga minha (Ver Usando uma 50mm F1.4 Ai-S na D90 e Segunda sessão com a Tatiana Fasuolo.).
Então resolvi praticar foco manual.
Eu confesso que tenho alguma dificuldade de fazer foco manual. Quando fotografava na adolescência usava uma câmera de foco fixo, e quando retornei a fotografia já adulto passei a usar essencialmente o autofoco. O autofoco é um grande recurso, que melhora as fotos, e agiliza o processo. Acho que fiquei acomodado, mas acredito que não seja o único.
A maioria das minhas lentes são autofoco, mas tenho algumas lentes que não tem este recurso, inclusive as minhas duas lentes mais claras. Uma delas usei nas duas sessões de fotos com uma grande amiga minha (Ver Usando uma 50mm F1.4 Ai-S na D90 e Segunda sessão com a Tatiana Fasuolo.).
Então resolvi praticar foco manual.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Acima da Alta
Os postes de rua estão organizados em níveis.
Aos 4 metros de altura, ou um pouco mais, ficam os cabos telefônicos, as fibras óticas, os cabos de TV por assinatura etc, em suma, comunicação. Pouco acima fica a baixa tensão, a rede elétrica que atende os consumidores comuns de energia elétrica e a iluminação pública. Acima da baixa tensão tem o espaço para os transformadores e outros equipamentos do gênero, e no topo tem os cabos de alta tensão.
Em alguns casos colocam caixas com medidores de consumo de energia elétrica no topo do poste para que se tornem inacessíveis.
É muito difícil de ver, e ainda mais fotografar, o que está no alto do poste, especialmente a parte de alta tensão. O brilho do céu impede que se veja direito.
Mas recentemente eu tive a oportunidade de ver e fotografar os topos de alguns postes. Eu estava em um terraço um pouco acima da fiação de alta tensão, e estava com uma teleobjetiva. Não sou besta de chegar perto para fazer estas fotos como alguns podem pensar ao vê-las.
AVISO: Nem tente duplicar estas fotos se não tiver boa uma teleobjetiva, com, pelo menos 200mm equivalente em uma câmera Full Frame.
AVISO 2: Nem pense em aproximar um celular usando um bastão de selfie, pois pode causar grandes problemas, e pode ser a última coisa que você vai fazer na vida. Pode vir a se candidatar ao Prêmio Darwin (Explicação em português.).
O álbum pode ser visto aqui. E uma apresentação pode ser vista aqui.
Aos 4 metros de altura, ou um pouco mais, ficam os cabos telefônicos, as fibras óticas, os cabos de TV por assinatura etc, em suma, comunicação. Pouco acima fica a baixa tensão, a rede elétrica que atende os consumidores comuns de energia elétrica e a iluminação pública. Acima da baixa tensão tem o espaço para os transformadores e outros equipamentos do gênero, e no topo tem os cabos de alta tensão.
Em alguns casos colocam caixas com medidores de consumo de energia elétrica no topo do poste para que se tornem inacessíveis.
É muito difícil de ver, e ainda mais fotografar, o que está no alto do poste, especialmente a parte de alta tensão. O brilho do céu impede que se veja direito.
Mas recentemente eu tive a oportunidade de ver e fotografar os topos de alguns postes. Eu estava em um terraço um pouco acima da fiação de alta tensão, e estava com uma teleobjetiva. Não sou besta de chegar perto para fazer estas fotos como alguns podem pensar ao vê-las.
AVISO: Nem tente duplicar estas fotos se não tiver boa uma teleobjetiva, com, pelo menos 200mm equivalente em uma câmera Full Frame.
AVISO 2: Nem pense em aproximar um celular usando um bastão de selfie, pois pode causar grandes problemas, e pode ser a última coisa que você vai fazer na vida. Pode vir a se candidatar ao Prêmio Darwin (Explicação em português.).
O álbum pode ser visto aqui. E uma apresentação pode ser vista aqui.
Cosplay na Campus Party 11
Pela primeira vez fui à Campus Party. Estou a anos querendo ir, e faziam quase 13 anos que eu não ia a São Paulo e uns 15 que não ia ao Anhembi. Teve época que eu ia pelo menos uma vez por ano para eventos de informática.
Uma das coisas que mais gostei foram os Cosplay. Eu já sabia que iria gostar, mas não sabia quanto. Pessoal legal, divertido, muito simpático, feliz.
Não reconheci muitos dos personagens, pois estou desatualizado em matéria de animação japonesa. Claro que reconheci todos os personagens de Star Trek, e eram fãs como eu, e tive um bom papo sobre as séries de Star Trek.
Um dos que mais gostei foi o Cosplay de Van Gogh.
Fiz um álbum com as fotos que pode ser visto aqui. E aqui tem uma apresentação de slides.
Desculpe-me não colocar uma exibição de fotos aqui, mas o Google fez uma grande besteira ao depreciar o Picasa, que permitia criar álbuns mais facilmente e criar apresentações que poderiam ser inseridas em páginas, mesmo com o inconveniente Flash Player.
Uma das coisas que mais gostei foram os Cosplay. Eu já sabia que iria gostar, mas não sabia quanto. Pessoal legal, divertido, muito simpático, feliz.
Não reconheci muitos dos personagens, pois estou desatualizado em matéria de animação japonesa. Claro que reconheci todos os personagens de Star Trek, e eram fãs como eu, e tive um bom papo sobre as séries de Star Trek.
Um dos que mais gostei foi o Cosplay de Van Gogh.
Fiz um álbum com as fotos que pode ser visto aqui. E aqui tem uma apresentação de slides.
Desculpe-me não colocar uma exibição de fotos aqui, mas o Google fez uma grande besteira ao depreciar o Picasa, que permitia criar álbuns mais facilmente e criar apresentações que poderiam ser inseridas em páginas, mesmo com o inconveniente Flash Player.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Aprenda a técnica até poder se esquecer dela (e panning)
Uma amiga que faz dança uma vez me falou que se deve aprender e treinar a técnica até poder se esquecer dela. Isto tem vários significados.
Depois de treinar muito uma técnica ela se torna parte de você. Você a usará sem sequer perceber. Verá a necessidade de fazer a técnica e instintivamente a fará, sem ter que pensar em como fazer. Ou até mesmo em fazer.
Isto acontece com danças, artes marciais, e até em fotografia.
Mas, depois de conhecer bem a técnica, você saberá quando não usá-la, e não a usará conscientemente. Violará a regra, a técnica, sabendo o que está fazendo, e porque está fazendo.
O que é panning?
Panning é uma técnica de fotografia na qual o fotógrafo acompanha com a câmera o objeto em movimento que quer fotografar, e fotografa ele durante o movimento de modo que ele esteja nítido, aparentemente parado, e resto do mundo fica borrado, como se estivesse em movimento.
Isto pode ser feito com corredores, carros de corrida e outros objetos que se movem rapidamente ou não, e até com um andor de uma procissão.
Eu já fiz tanto panning que atualmente faço facilmente, e até inconscientemente, o que foi o caso da foto deste fusca. Eu o vi, e vi que ia passar por mim. Fiz 3 fotos, uma dele se aproximando, esta dele passando por mim, e uma depois de passar por mim.
Só em casa, olhando as fotos que tinha tirado no passeio daquela tarde, que percebi que tinha feito um panning. Foi inconsciente. Acho que percebi a necessidade e fiz como parte de mim, sem pensar em fazer, sem pensar na técnica, nem nada mais. Ela se tornou parte de mim.
Depois de treinar muito uma técnica ela se torna parte de você. Você a usará sem sequer perceber. Verá a necessidade de fazer a técnica e instintivamente a fará, sem ter que pensar em como fazer. Ou até mesmo em fazer.
Isto acontece com danças, artes marciais, e até em fotografia.
Mas, depois de conhecer bem a técnica, você saberá quando não usá-la, e não a usará conscientemente. Violará a regra, a técnica, sabendo o que está fazendo, e porque está fazendo.
O que é panning?
Panning é uma técnica de fotografia na qual o fotógrafo acompanha com a câmera o objeto em movimento que quer fotografar, e fotografa ele durante o movimento de modo que ele esteja nítido, aparentemente parado, e resto do mundo fica borrado, como se estivesse em movimento.
Isto pode ser feito com corredores, carros de corrida e outros objetos que se movem rapidamente ou não, e até com um andor de uma procissão.
Eu já fiz tanto panning que atualmente faço facilmente, e até inconscientemente, o que foi o caso da foto deste fusca. Eu o vi, e vi que ia passar por mim. Fiz 3 fotos, uma dele se aproximando, esta dele passando por mim, e uma depois de passar por mim.
Só em casa, olhando as fotos que tinha tirado no passeio daquela tarde, que percebi que tinha feito um panning. Foi inconsciente. Acho que percebi a necessidade e fiz como parte de mim, sem pensar em fazer, sem pensar na técnica, nem nada mais. Ela se tornou parte de mim.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Uma foto e uma história - 6
Esta é outra foto da qual já falei antes. Foi uma destas situações nas quais não se tem muito o que fazer, não se tem muita escolha, não se tem muito tempo para fazer qualquer coisa, a não ser, ser imaginativo, criativo.
Eu estava perto da Igreja Matriz de Paraty quando chega a procissão. Pego a câmera que tinha na hora, uma Panasonic Lumix FZ28, e apontei para o andor. Quando vi o tempo de exposição (1/5 de segundo) me dei conta que era longo demais para congelar o movimento. Então, o que faço?
Panning. Pensei: "Não congela o movimento, então uso o movimento, faço um panning e o andor ficará nítido e o resto ficará borrado pelo movimento.". Claro que o pensamento foi mais rudimentar, menos elaborado, do que isto, mas era esta a ideia.
Este é um caso no qual a criatividade, a imaginação, e o conhecimento de técnicas, superam as dificuldades.
Eu estava perto da Igreja Matriz de Paraty quando chega a procissão. Pego a câmera que tinha na hora, uma Panasonic Lumix FZ28, e apontei para o andor. Quando vi o tempo de exposição (1/5 de segundo) me dei conta que era longo demais para congelar o movimento. Então, o que faço?
| ISO 400, 1/5s, F2.8, câmera Panasonic Lumix FZ28. |
Panning. Pensei: "Não congela o movimento, então uso o movimento, faço um panning e o andor ficará nítido e o resto ficará borrado pelo movimento.". Claro que o pensamento foi mais rudimentar, menos elaborado, do que isto, mas era esta a ideia.
Este é um caso no qual a criatividade, a imaginação, e o conhecimento de técnicas, superam as dificuldades.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Cuidado com as lentes e dispersão de luz
Toda lente faz algum nível de dispersão de luz. É inevitável. O nível de dispersão é um dos muitos indicadores de qualidade da lente. Se uma lente é boa, ela faz pouca dispersão.
Mas existem outras formas de causar esta dispersão. Uma é colocar um filtro para isto, ou um filtro sujo. Outra é sujar a lente. Colocar o dedo suado na lente é fatal para isto.
O filtro estrela faz isto, ele faz uma dispersão intencional e meio controlada da luz.
A sujeira e impressão digital na lente podem ser limpos, um filtro pode ser removido, mas tem algo que causa esta dispersão que não se resolve facilmente.
Mas existem outras formas de causar esta dispersão. Uma é colocar um filtro para isto, ou um filtro sujo. Outra é sujar a lente. Colocar o dedo suado na lente é fatal para isto.
O filtro estrela faz isto, ele faz uma dispersão intencional e meio controlada da luz.
A sujeira e impressão digital na lente podem ser limpos, um filtro pode ser removido, mas tem algo que causa esta dispersão que não se resolve facilmente.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
4 Minutos ao Luar, Feliz 2018
Depois de fotografar os fogos da virada de 2017 para 2018 em Paraty resolvi aproveitar a Lua Cheia para fazer algumas fotos pelo antigo projeto 4 Minutos ao Luar. Fazia muito tempo que não fazia longa exposição assim (acho que desde Agosto de 2014), e já que era uma noite de Lua Cheia e eu estava com todo o equipamento necessário, resolvi aproveitar um pouco.
Foi a primeira vez que fiz isto com um cabo de disparo e com a minha câmera nova.
Só fiz 3 fotos, pois estava cansado, com fome, e a cidade estava superlotada.
O resultado está abaixo:
Eu não conferi direito o horizonte das duas primeiras fotos. Por isto que saíram tortas.
Uma coisa que descobri é que estou desacostumado, e até ansioso demais para fazer fotos de longa exposição, portanto estou precisando fazer mais delas. Acho que se deve a isto o erro nas duas primeiras fotos, a inclinação delas, mesmo tendo recursos na câmera para ajustar o horizonte, coisa que resolvi na terceira foto.
Se eu puder, vou fazer mais algumas esta noite.
Foi a primeira vez que fiz isto com um cabo de disparo e com a minha câmera nova.
Só fiz 3 fotos, pois estava cansado, com fome, e a cidade estava superlotada.
O resultado está abaixo:
| Baia de Paraty, com um pouco da praia da Terra Nova, e com carros estacionados. (Eu sei que está um pouco torta.) |
| Baia de Paraty. (Sei que esta torta.) |
| Mangue da Terra Nova, diante do Centro Histórico de Paraty. |
Eu não conferi direito o horizonte das duas primeiras fotos. Por isto que saíram tortas.
Uma coisa que descobri é que estou desacostumado, e até ansioso demais para fazer fotos de longa exposição, portanto estou precisando fazer mais delas. Acho que se deve a isto o erro nas duas primeiras fotos, a inclinação delas, mesmo tendo recursos na câmera para ajustar o horizonte, coisa que resolvi na terceira foto.
Se eu puder, vou fazer mais algumas esta noite.
domingo, 29 de outubro de 2017
Por que uso Software Open Source na fotografia
Eu uso Softwares Open Source para praticamente tudo, inclusive para a fotografia. E um dos motivos é que não tem algumas frescuras que softwares comerciais tem.
Já vi um software comercial se recusar a abrir um arquivo de imagem RAW de uma câmera só por que a câmera era mais nova do que o software instalado, e o UFRaw abriu sem problemas.
Agora resolvi dar uma olhada nos RAWs da Nikon D850, lançada em 24 de Agosto de 2017. Achei nesta página algumas amostras de arquivos RAW desta câmera, e baixei alguns.
Já vi um software comercial se recusar a abrir um arquivo de imagem RAW de uma câmera só por que a câmera era mais nova do que o software instalado, e o UFRaw abriu sem problemas.
Agora resolvi dar uma olhada nos RAWs da Nikon D850, lançada em 24 de Agosto de 2017. Achei nesta página algumas amostras de arquivos RAW desta câmera, e baixei alguns.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Os 20 anos do HDR na fotografia
Devia
ter prestado atenção na data a uns 2 meses atrás. Entre os dias 3 a 8
de Agosto fizeram 20 anos que o HDR foi introduzido oficialmente na
fotografia, com a apresentação do trabalho do Paul Debevec no Siggraph 97. Foi quando ele apresentou o trabalho Recovering High Dynamic Range Radiance Maps from Photographs. Para detalhes sobre este trabalho clique aqui.
Como não tenho a programação detalhada do evento, não sei precisar mais a data, mas o evento aconteceu durante estes dias.
Mas não fui o único a deixar passar em branco. Não vi nenhum lugar, nem na comunidade de HDR que participo no Facebook, nem nas de fotografias.
Mas eu me sinto mal pessoalmente, pois eu sabia que este ano faria 20 anos, eu li o trabalho apresentado, eu sabia da origem do HDR, e deixei passar.
Como não tenho a programação detalhada do evento, não sei precisar mais a data, mas o evento aconteceu durante estes dias.
Mas não fui o único a deixar passar em branco. Não vi nenhum lugar, nem na comunidade de HDR que participo no Facebook, nem nas de fotografias.
Mas eu me sinto mal pessoalmente, pois eu sabia que este ano faria 20 anos, eu li o trabalho apresentado, eu sabia da origem do HDR, e deixei passar.
sábado, 23 de setembro de 2017
Fotografia de filme é discreta ou contínua?
Vendo este vídeo do BláBláLogia (recomendo acompanhar este canal do YouTube) fala de medidas discretas e medidas contínuas.
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
sábado, 18 de março de 2017
Sunny 16, ou sobrevivendo sem fotômetro
Existe uma dica de como avaliar o nível de exposição para uma foto sem ter um fotômetro. É a tabela Sunny 16.
A palavra Sunny significa ensolarado, e 16 se refere à abertura da lente a ser usada.
É basicamente uma tabela, que diz que, em um dia ensolarado, com um filme ISO 100, deve-se usar 1/100 s de tempo de exposição e F16 de abertura.
Esta tabela é tão famosa que até existem camisas com ela.
E até uma página com uma coletânea de tabelas.
A tabela é basicamente:
Algumas câmeras não tem o tempo de exposição de 1/100 s, mas tem 1/125 s, então, este deve ser usado. A diferença no nível de exposição será pequena.
Reciprocidade: Variando o ISO
E se for usar um filme que não for ISO 100? A solução é simples. Para um filme ISO 200, use 1/200 s. Para um filme ISO 400 use 1/400 s de exposição. Para um filme ISO 125 use 1/125 s. Ou seja, use o valor do ISO como denominador do tempo de exposição: 1/ISO s.
Mais reciprocidade
E se quiser variar a abertura ou o tempo?
Digamos a situação de sol com filme de ISO 100. Se quiser usar F11, divida o tempo de exposição por 2, isto é, 1/200. Se quiser usar F8, divida o tempo por 4, isto é, 1/400.
Como dividiu a abertura por dois e o tempo de exposição por 4? Sim, a abertura é inversamente proporcional ao diâmetro aberto no diafragma, mas a luz que entra é proporcional à área. Então, se dividir o número F, a abertura, por dois, quadruplicará a área aberta no diafragma e entrará o quádruplo de luz, portanto, para manter o nível de exposição, tem que dividir o tempo de exposição por 4.
Exercício para casa
Se está com filme ISO 200, tem um mormaço com sombras definidas, e você quer usar 1/100 s de tempo de exposição. Qual é a abertura que tem que usar? Responda nos comentários. É discursiva, então explique a sua resposta.
Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_sunny_16
https://en.wikipedia.org/wiki/Sunny_16_rule
A palavra Sunny significa ensolarado, e 16 se refere à abertura da lente a ser usada.
É basicamente uma tabela, que diz que, em um dia ensolarado, com um filme ISO 100, deve-se usar 1/100 s de tempo de exposição e F16 de abertura.
Esta tabela é tão famosa que até existem camisas com ela.
E até uma página com uma coletânea de tabelas.
A tabela é basicamente:
| Abertura | Situação |
|---|---|
| F22 | Ensolarado com areia e/ou neve |
| F16 | Ensolarado |
| F11 | Mormaço com sombras definidas |
| F8 | Mormaço quase sem sombras |
| F5.6 | Muito nublado |
Algumas câmeras não tem o tempo de exposição de 1/100 s, mas tem 1/125 s, então, este deve ser usado. A diferença no nível de exposição será pequena.
Reciprocidade: Variando o ISO
E se for usar um filme que não for ISO 100? A solução é simples. Para um filme ISO 200, use 1/200 s. Para um filme ISO 400 use 1/400 s de exposição. Para um filme ISO 125 use 1/125 s. Ou seja, use o valor do ISO como denominador do tempo de exposição: 1/ISO s.
Mais reciprocidade
E se quiser variar a abertura ou o tempo?
Digamos a situação de sol com filme de ISO 100. Se quiser usar F11, divida o tempo de exposição por 2, isto é, 1/200. Se quiser usar F8, divida o tempo por 4, isto é, 1/400.
Como dividiu a abertura por dois e o tempo de exposição por 4? Sim, a abertura é inversamente proporcional ao diâmetro aberto no diafragma, mas a luz que entra é proporcional à área. Então, se dividir o número F, a abertura, por dois, quadruplicará a área aberta no diafragma e entrará o quádruplo de luz, portanto, para manter o nível de exposição, tem que dividir o tempo de exposição por 4.
Exercício para casa
Se está com filme ISO 200, tem um mormaço com sombras definidas, e você quer usar 1/100 s de tempo de exposição. Qual é a abertura que tem que usar? Responda nos comentários. É discursiva, então explique a sua resposta.
Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_sunny_16
https://en.wikipedia.org/wiki/Sunny_16_rule
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Por que usar RAW para fazer HDR?
Por que devemos usar as imagens RAW, e não JPEG para fazer HDR?
A palavra RAW em Inglês significa "cru" em Português. Não é uma sigla. Seria na ideia da imagem não tratada. É a imagem tal como saiu do sensor.
Se você não sabe o que é HDR, Mapeamento de Tons etc, e quer continuar lendo este texto, sugiro ler o texto Teoria Básica de HDR e HDR, um estudo de caso (Making Of).
O JPEG só pode, por definição, ter 8 bits por cor em cada pixel, possibilitando no máximo 256 tons por cor, e com 3 cores (RGB) só pode representar 16.777.216 cores.
A maior parte das câmeras digitalizam com 12 bits por cor por pixel (Na realidade é um pouco mais complicado que isto. Pesquise sobre Filtro Bayer para obter detalhes.), as melhores podem digitalizar com 14 bits por cor por pixel, e já ouvi falar de 16 bits por cor por pixel. Com 12 bits temos 4.096 tons para cara cor, o que dá 68.719.476.736 cores possíveis. E com 14 bits temos 16.384 tons por cor, e 4.398.046.511.104 cores possíveis. Bem mais do que o JPEG.
A palavra RAW em Inglês significa "cru" em Português. Não é uma sigla. Seria na ideia da imagem não tratada. É a imagem tal como saiu do sensor.
Se você não sabe o que é HDR, Mapeamento de Tons etc, e quer continuar lendo este texto, sugiro ler o texto Teoria Básica de HDR e HDR, um estudo de caso (Making Of).
O JPEG só pode, por definição, ter 8 bits por cor em cada pixel, possibilitando no máximo 256 tons por cor, e com 3 cores (RGB) só pode representar 16.777.216 cores.
A maior parte das câmeras digitalizam com 12 bits por cor por pixel (Na realidade é um pouco mais complicado que isto. Pesquise sobre Filtro Bayer para obter detalhes.), as melhores podem digitalizar com 14 bits por cor por pixel, e já ouvi falar de 16 bits por cor por pixel. Com 12 bits temos 4.096 tons para cara cor, o que dá 68.719.476.736 cores possíveis. E com 14 bits temos 16.384 tons por cor, e 4.398.046.511.104 cores possíveis. Bem mais do que o JPEG.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Lentes DX e FX em uma câmera FX
A 4 anos atrás publiquei um texto explicando diferenças entre lentes DX e FX, "Lente da D90 serve na D600? - Lente DX em câmera FX", que aconselho a leitura, e sobre as possibilidades de usar lentes DX em câmeras FX. A foto exemplo de uma FX com lente DX mostrada no texto era com uma câmera de filme.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
domingo, 8 de janeiro de 2017
Em busca da imagem perfeita
Muitas vezes as pessoas veem uma foto, uma imagem, e acham linda, mas não fazem ideia do trabalho que tem por trás dela. É um pouco disto que vou contar aqui, não mencionando os anos de estudo por trás que me tornaram capaz de ver e resolver estes problemas.
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