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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Mais sobre monitores de vídeo, tempo de exposição etc.

Fazendo um teste de gravação da câmera obtive várias imagens borradas deste modo:

Observe os últimos dígitos borrados no número mostrado.

Desenvolvi um programa que entra em loop escrevendo o tempo em micro segundos na tela do computador, e fotografava a tela para medir o tempo entre cada foto. As fotos eram feitas com tempo de exposição de 1/60 segundos, para garantir que a varredura da tela passaria somente uma vez pela área que eu fotografava. Mas o que deu de errado? Porque os números embaralharam?

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

O mito da redução de velocidade do adaptador SD-MicroSD

Em uma discussão no Facebook algumas pessoas desaconselharam o uso de cartões Micro SD com adaptadores alegando que o adaptador reduzia a velocidade o cartão. Eu respondi que só vi redução em um caso, o do ez Share, que não é exatamente um adaptador. Eu não tinha visto indício nenhum de alteração de velocidade.

O adaptador é simplesmente contatos e fios em uma distância bem curta, e não via motivo que sustentasse a afirmação que o adaptador reduzia a velocidade do cartão.

Então resolvi testar. É isto que costumo fazer quando surge uma dúvida.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Lendo 2 cartões ao mesmo tempo com o Kingston FCR-HS4

Este texto trata de problemas consequências de tentar ler dois cartões ao mesmo tempo no leitor de cartões Kingston FCR-HS4.

Para ler este texto antes tem que ler o artigo "Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?".

Ele está com um nível alto de "nerdice", portanto leiam por sua conta e risco.

Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?

O meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.

Tive boas experiências com leitores baratos, e algumas experiências ruins, inclusive um que já veio com defeito, e depois da troca o outro deu defeito em alguns dias. Então, já que o meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.

Nota: Quando eu falar de USB 3, estarei falando das versões 3.0 e 3.1 de USB, quando falar USB 3.0 estarei falando somente da versão 3.0, e quando falar de USB 3.1 é sobre esta versão em específico.

Mas no início achei os leitores de cartões USB 3 muito caros, mas começaram a surgir mais modelos, e a baratearem. Ainda não acho que são baratos, mas acho que estão saindo da faixa de preço de artigo de luxo, especialmente se forem duráveis.

Eu escolhi um dos mais baratos que achei no site Boa Dica, mas vou explicar por que não escolhi o mais barato.

sábado, 2 de novembro de 2019

Por que passei a usar só Micro SD nas minhas câmeras?

Alguém, além de mim, já teve algum cartão eletronicamente bom, mas dando mal contato na câmera e no leitor? Isto é muito chato. O cartão fica não confiável, e é um risco de usar, pois pode colocar na câmera, funcionar, fazer as fotos, e depois não conseguir ler as fotos dele.

Eu tenho alguns cartões que aposentei por este motivo. Aliás, nunca perdi um cartão de memória por defeito eletrônico, ao contrário de pen drives.

O que leva a este defeito no cartão? Uso, muitas inserções e remoções, talvez leitores de baixa qualidade que arranham os contatos etc.

Note os contatos arranhados, além de alguns danos no  corpo dele. Este cartão foi muito usado.

E como se evita estes danos ao cartão? Leitores de qualidade não são fáceis de achar, e preços são enganosos, pois já vi leitores ruins sendo vendido nos mais variados preços. Alguns bons são muito caros.

A melhor solução que achei foi usar Micro SD.

Os cartões Micro SD costumam vir com um adaptador, então, alguns anos atrás, comecei a coletar adaptadores Micro SD para SD de amigos que compraram cartões de memória para celular, MP3 etc. Também guardava os que vinham com os cartões dos meus celulares. Achava um desperdício jogar o adaptador fora. Com isto fiz um pequeno estoque de adaptadores (mas continuo aceitando doações).

O truque é que, usando o adaptador, quem está sofrendo com as inserções e remoções é o adaptador, e não o cartão em si. Quando o adaptador ficar ruim é só retirar o Micro SD dele e colocar em outro adaptador.

Assim faço o cartão durar mais.

Nota: Este texto foi escrito em 10/03/2018 e passou mais de um ano e meio aguardando ser revisado e publicado. Neste tempo, nem antes, não tive nenhum problema com os adaptadores e cartões que eu uso. Talvez nenhum adaptador tenha falhado por estar usando um bom leitor de cartões que será analisado em outro artigo.

Nota 2: Sei que colocando mais uma "camada de contatos" aumentam as chances de mau contato, mas os contatos bons (em qualidade e estado) dificilmente dão problemas, e contatos arranhados, danificados por uso, tem chances de darem problemas.

terça-feira, 17 de abril de 2018

3 dias estudando

Estudar é bom, e de vez em quando se aprende outras coisas inesperadas pelo caminho. Vai se estudar uma coisa, e aprende-se outra junto.

Eu confesso que tenho alguma dificuldade de fazer foco manual. Quando fotografava na adolescência usava uma câmera de foco fixo, e quando retornei a fotografia já adulto passei a usar essencialmente o autofoco. O autofoco é um grande recurso, que melhora as fotos, e agiliza o processo. Acho que fiquei acomodado, mas acredito que não seja o único.

A maioria das minhas lentes são autofoco, mas tenho algumas lentes que não tem este recurso, inclusive as minhas duas lentes mais claras. Uma delas usei nas duas sessões de fotos com uma grande amiga minha (Ver Usando uma 50mm F1.4 Ai-S na D90 e Segunda sessão com a Tatiana Fasuolo.).

Então resolvi praticar foco manual.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Aprenda a técnica até poder se esquecer dela (e panning)

Uma amiga que faz dança uma vez me falou que se deve aprender e treinar a técnica até poder se esquecer dela. Isto tem vários significados.

Depois de treinar muito uma técnica ela se torna parte de você. Você a usará sem sequer perceber. Verá a necessidade de fazer a técnica e instintivamente a fará, sem ter que pensar em como fazer. Ou até mesmo em fazer.

Isto acontece com danças, artes marciais, e até em fotografia.

Mas, depois de conhecer bem a técnica, você saberá quando não usá-la, e não a usará conscientemente. Violará a regra, a técnica, sabendo o que está fazendo, e porque está fazendo.


O que é panning?

Panning é uma técnica de fotografia na qual o fotógrafo acompanha com a câmera o objeto em movimento que quer fotografar, e fotografa ele durante o movimento de modo que ele esteja nítido, aparentemente parado, e resto do mundo fica borrado, como se estivesse em movimento.

Isto pode ser feito com corredores, carros de corrida e outros objetos que se movem rapidamente ou não, e até com um andor de uma procissão.

Eu já fiz tanto panning que atualmente faço facilmente, e até inconscientemente, o que foi o caso da foto deste fusca. Eu o vi, e vi que ia passar por mim. Fiz 3 fotos, uma dele se aproximando, esta dele passando por mim, e uma depois de passar por mim.

Só em casa, olhando as fotos que tinha tirado no passeio daquela tarde, que percebi que tinha feito um panning. Foi inconsciente. Acho que percebi a necessidade e fiz como parte de mim, sem pensar em fazer, sem pensar na técnica, nem nada mais. Ela se tornou parte de mim.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Cuidado com as lentes e dispersão de luz

Toda lente faz algum nível de dispersão de luz. É inevitável. O nível de dispersão é um dos muitos indicadores de qualidade da lente. Se uma lente é boa, ela faz pouca dispersão.

Mas existem outras formas de causar esta dispersão. Uma é colocar um filtro para isto, ou um filtro sujo. Outra é sujar a lente. Colocar o dedo suado na lente é fatal para isto.

O filtro estrela faz isto, ele faz uma dispersão intencional e meio controlada da luz.

A sujeira e impressão digital na lente podem ser limpos, um filtro pode ser removido, mas tem algo que causa esta dispersão que não se resolve facilmente.

sábado, 18 de março de 2017

Sunny 16, ou sobrevivendo sem fotômetro

Existe uma dica de como avaliar o nível de exposição para uma foto sem ter um fotômetro. É a tabela Sunny 16.

A palavra Sunny significa ensolarado, e 16 se refere à abertura da lente a ser usada.

É basicamente uma tabela, que diz que, em um dia ensolarado, com um filme ISO 100, deve-se usar 1/100 s de tempo de exposição e F16 de abertura.

Esta tabela é tão famosa que até existem camisas com ela.

E até uma página com uma coletânea de tabelas.

A tabela é basicamente:

Abertura Situação
F22Ensolarado com areia e/ou neve
F16Ensolarado
F11Mormaço com sombras definidas
F8Mormaço quase sem sombras
F5.6Muito nublado

Algumas câmeras não tem o tempo de exposição de 1/100 s, mas tem 1/125 s, então, este deve ser usado. A diferença no nível de exposição será pequena.

Reciprocidade: Variando o ISO

E se for usar um filme que não for ISO 100? A solução é simples. Para um filme ISO 200, use 1/200 s. Para um filme ISO 400 use 1/400 s de exposição. Para um filme ISO 125 use 1/125 s. Ou seja, use o valor do ISO como denominador do tempo de exposição: 1/ISO s.

Mais reciprocidade

E se quiser variar a abertura ou o tempo?

Digamos a situação de sol com filme de ISO 100. Se quiser usar F11, divida o tempo de exposição por 2, isto é, 1/200. Se quiser usar F8, divida o tempo por 4, isto é, 1/400.

Como dividiu a abertura por dois e o tempo de exposição por 4? Sim, a abertura é inversamente proporcional ao diâmetro aberto no diafragma, mas a luz que entra é proporcional à área. Então, se dividir o número F, a abertura, por dois, quadruplicará a área aberta no diafragma e entrará o quádruplo de luz, portanto, para manter o nível de exposição, tem que dividir o tempo de exposição por 4.

Exercício para casa

Se está com filme ISO 200, tem um mormaço com sombras definidas, e você quer usar 1/100 s de tempo de exposição. Qual é a abertura que tem que usar? Responda nos comentários. É discursiva, então explique a sua resposta.

Bibliografia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_sunny_16

https://en.wikipedia.org/wiki/Sunny_16_rule

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

HDR da Lua com nuvens e quebrando regras

Faz algum tempo que quero fazer um HDR com a Lua, de modo que aparecessem as suas crateras e vales, e as nuvens do céu iluminados por ela, e a dias tenho planejado isto. Fiz alguns testes, até que tive uma nuvem razoável e uma boa Lua crescente.


Deu um bom trabalho, e quem quiser saber os detalhes técnicos, e sobre a quebra de regras mencionada no título, é só continuar lendo (Em alguns casos pode ser necessário clicar no "Continua...".).

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Perda de data em câmeras

Sim, uma câmera pode perder a data, e isto pode gerar um bando de inconveniências, especialmente quanto à catalogação, tal como eu faço com grande rigor.

Isto aconteceu dias atrás comigo com a minha Nikon D90. Ela tem 6 anos e meio de uso, e com o Shutter Count de 93606. Pode-se dizer que foi muito usada. Talvez mais do que a maioria das D90 existentes no mundo.

Notas: Este artigo é bastante técnico, talvez tenham outros artigos futuros que completem ele. Ele tem, como costumo avisar, um alto nível de "nerdice", mas deve ajudar a entender o que aconteceu com a minha câmera, e talvez com a sua (ou que ainda poderá acontecer).

Este problema pode vir a não afetar muita gente, pois abandonam a câmera depois de um tempo, ou a trocam (vendendo ou deixando a antiga de lado). Também deve ter muita gente que não se importa mesmo com as datas armazenadas no EXIF ou as datas dos arquivos das fotos.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Os 5 modos de controlar o nível de exposição

Existem, pelo menos (que eu conheça), cinco modos de controlar a exposição de uma fotografia. Três delas são inerentes da câmera, outra é usada na lente da câmera, e outra é do ambiente/cena fotografado e nem sempre pode ser controlado.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Um pouco sobre fotografia de fogos

Este ano cheguei em cima da hora para fotografar os fogos de Paraty. Uns 15 minutos antes. Deveria ter chegado antes, mas não foi possível. Assim não tive tempo de testar tudo o que precisava.


No ano passado usei o DSLR Remote para controlar a câmera, mas este ano troquei de celular, e ainda não tinha testado ele no novo celular. Na hora de testar, descobri que o DSLR Remote não funciona no Moto G3. Ele faz até o click, mas é muto baixo. Acho que não tem potência suficiente para acionar os LEDs.


Pensei em usar o DslrDashboard, mas vi que teria que testar antes e estava ficando sem tempo. Em suma, resolvi apelar para o plano C, que é apertar mesmo o botão, com a câmera em modo Bulb, como fazia antigamente.


Desta vez resolvi fazer algumas coisas diferentes. Acho que estou melhorando, mas falta muito para me tornar um bom fotógrafo de fogos de artifício.


Uma das coisas diferentes foi não fotografar todo o percurso dos fogos, e sim, um tempo curto depois da explosão. Mas acertar este tempo não é tão fácil quanto falar (ou escrever).


Eu não tinha o controle sobre quais fogos, quando, por quanto tempo, onde etc. Eu tinha que pegar um enquadramento grande do céu e tentar dar sorte. Tinha que controlar a ansiedade. Não tinha tempo para avaliar os resultados. A fumaça também se acumularia, piorando os resultados, criando dispersão da luz, obstruindo a visão etc.


Deve ser muito mais fácil fotografar fogos encenados, disparados controladamente para serem fotografados, mas não tenho cacife para isto.


Fotografar fogos parece ser tão, ou mais, difícil do que fotografar esportes.


Postei aqui as fotos sem cortes, sem edição, sem apagar os restos dos fogos anteriores. Sei que poderia melhorar as fotos assim, artificialmente, mas quis passar a mensagem de que fotografar fogos não é tarefa fácil. Basicamente escolhi algumas das fotos que gostei.


domingo, 25 de outubro de 2015

Fotografia básica para turistas leigos em fotografia

Depois de dar muitas dicas de fotografia para turistas leigos em fotografia no Centro Histórico de Paraty resolvi escrever este texto. Ele é um conjunto básico de dicas para evitar fotos muito ruins de viagem. Ele está dividido em 3 partes: Motivação, Enquadramento e Noturna. Acho que são os 3 pontos mais importantes que um turista leigo em fotografia tem que saber.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Um pouco de foto de produtos e iluminação

No início do mês, em um final de semana no qual eu estava em Paraty (e chovia), fiz algumas fotos de produto, e usei em um momento luz contínua e em outro flash rebatido em todas as paredes. Então resolvi fazer alguns comentários, e contar algumas coisas que aprendi.

Comecei testando uma lente Micro-NIKKOR 55mm F2.8 Ai-S, e fiz fotos de um carrinho. Depois fotografei a lente.

Como foram feitas as fotos do carrinho. Foi sim em um estúdio improvisado.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Um pouco mais sobre filtros polarizadores

A luz é uma onda eletromagnética, tal como Faraday desconfiou, e acabou provando.

A polarização da luz é o alinhamento destas ondas eletromagnéticas, e a luz comum é a total bagunça de polarização, com todas as polarizações possíveis.

A polarização da luz pode ser encarada como um vetor, e como tal, pode ser decomposta em, pelo menos, dois outros vetores menores. Um filtro polarizador faz a decomposição das polarizações em duas outras polarizações perpendiculares, bloqueando uma e permitindo que a outra passe.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Filtro estrela pode ser muito brega

Sim, eu gosto de usar filtro estrela de vez em quando, especialmente no Natal, com as decorações natalinas. Ele dá uma vida, um destaque a mais, mas também pode provocar grandes exageros.

Na madrugada dia 28 de Dezembro de 2014 saí para fotografar a decoração natalina com os meus filtros estrela. Mesmo a decoração de natal de Paraty neste ano estando mais simples do que a do ano passado, ainda tem coisas para serem fotografadas. Pensava em fazer HDR com elas.

Durante a sessão de fotos algo me incomodava, e muito, mas não sabia bem como processar isto, como identificar bem o que era. Olhem abaixo. O que acham?


Até que em casa, revendo as fotos, entendi melhor. Estava exagerado. O filtro não estava realçando um detalhe, e sim massacrando o resto, roubando toda a cena para ele. Tinha um densidade de luzes pontuais muito alta para se poder usar adequadamente o filtro, fora o resultado que ele teve na iluminação pública.

Tirei o filtro estrela depois de um ponto da sessão de fotos, pois, mesmo sem ainda entender exatamente porque, eu não estava gostando do resultado.

Ele lembrava aquelas mulheres que exageram na maquiagem, tentando destacar tudo ao mesmo tempo, criado uma confusão, quando um simples batom, ou um batom e uma sombra nos olhos seria o suficiente para ficar sensacional (Meninas, não é machismo, e sim, opinião que muitas devem concordar, acredito eu.). Ou aquelas decorações absurdamente coloridas, com tudo chamativo.

domingo, 19 de outubro de 2014

Câmeras e Horário de Verão.

Entramos em mais um horário de verão. Além de ter que ajustar a hora em um bando de dispositivos que não se ajustam automaticamente, como relógios de parede à pilha (Fiz isto.) e celulares antigos (Também fiz isto.), também temos que ajustar o horário nas câmeras.

Quase todas as câmeras digitais tem um relógio, e anota a hora em que foi feita a foto. Eles precisam ser ajustados também. Pode-se ajustar diretamente a hora, ou usar um de outros possíveis recursos.

Algumas câmeras, como a minha Nikon D90, tem a opção de horário de verão. Então é só ligar. Algumas tem como mudar o fuso horário. A Panasonic FZ28 tem como ajustar o fuso horário do destino da viagem, e eu uso este recurso. Este ajuste na minha FZ28 está adiantado em uma hora, e sempre o uso para o horário de verão do Brasil.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Brincando com um filtro multi-imagem

Uns 2 meses atrás comprei um filtro multi-imagens, junto com adaptadores e outros filtros, de um colega de trabalho, mas demorei alguns dias para experimentar.

Praça da Matriz, Centro Histórico de Paraty, ponta junto à quadra. Abertura F2.8.

Este filtro é algo divertido de se usar. Pena que não fabricam mais. Acredito que seja porque muitos preferem fazer isto na edição, mas eu acho mais divertido fazer coisas assim na câmera.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Intensidade de Luz vezes Tempo de Exposição

A formação de uma imagem em um sensor/filme (Vou usar esta expressão sempre que for válido nos dois casos.) só depende da quantidade total de luz que chega no sensor/filme e sua sensibilidade.

Só da sensibilidade, do valor ISO? E onde entra a abertura e o temo de exposição?