Faz mais de 7 anos (em 01/05/2012) que publiquei um texto sobre notebook ideal para um fotógrafo, e até hoje não vi um. Existem bons, próximos à necessidade, mas feito com fotógrafos em mente ainda não vi (Exceto alguns Apple Mac que são quase assim, e alguns que o são por acaso.).
E o que seria um notebook para um fotógrafo. O que ele deveria ter?
Blog principalmente de fotografia, mas também de outros assuntos inclusive computação e Open Source.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2019
domingo, 10 de novembro de 2019
Nomenclatura de DSLRs da Nikon - Versão 2.0 (E mais linha Z.)
Esta é a versão 2.0 do texto de nomenclaturas de câmeras Nikon, que originalmente foi escrito a quase 8 anos e meio trás.
Muita gente não sabe o sistema de nomenclatura, e as linhas de câmera Nikon, então este texto é para esclarecer as dúvidas.
Muita gente não sabe o sistema de nomenclatura, e as linhas de câmera Nikon, então este texto é para esclarecer as dúvidas.
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
O mito da redução de velocidade do adaptador SD-MicroSD
Em uma discussão no Facebook algumas pessoas desaconselharam o uso de cartões Micro SD com adaptadores alegando que o adaptador reduzia a velocidade o cartão. Eu respondi que só vi redução em um caso, o do ez Share, que não é exatamente um adaptador. Eu não tinha visto indício nenhum de alteração de velocidade.
O adaptador é simplesmente contatos e fios em uma distância bem curta, e não via motivo que sustentasse a afirmação que o adaptador reduzia a velocidade do cartão.
Então resolvi testar. É isto que costumo fazer quando surge uma dúvida.
O adaptador é simplesmente contatos e fios em uma distância bem curta, e não via motivo que sustentasse a afirmação que o adaptador reduzia a velocidade do cartão.
Então resolvi testar. É isto que costumo fazer quando surge uma dúvida.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Lendo 2 cartões ao mesmo tempo com o Kingston FCR-HS4
Este texto trata de problemas consequências de tentar ler dois cartões ao mesmo tempo no leitor de cartões Kingston FCR-HS4.
Para ler este texto antes tem que ler o artigo "Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?".
Ele está com um nível alto de "nerdice", portanto leiam por sua conta e risco.
Para ler este texto antes tem que ler o artigo "Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?".
Ele está com um nível alto de "nerdice", portanto leiam por sua conta e risco.
Vale a pena usar leitor de cartões USB 3.0?
O meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Tive boas experiências com leitores baratos, e algumas experiências ruins, inclusive um que já veio com defeito, e depois da troca o outro deu defeito em alguns dias. Então, já que o meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Nota: Quando eu falar de USB 3, estarei falando das versões 3.0 e 3.1 de USB, quando falar USB 3.0 estarei falando somente da versão 3.0, e quando falar de USB 3.1 é sobre esta versão em específico.
Mas no início achei os leitores de cartões USB 3 muito caros, mas começaram a surgir mais modelos, e a baratearem. Ainda não acho que são baratos, mas acho que estão saindo da faixa de preço de artigo de luxo, especialmente se forem duráveis.
Eu escolhi um dos mais baratos que achei no site Boa Dica, mas vou explicar por que não escolhi o mais barato.
Tive boas experiências com leitores baratos, e algumas experiências ruins, inclusive um que já veio com defeito, e depois da troca o outro deu defeito em alguns dias. Então, já que o meu computador atual tem algumas portas USB 3.0, então resolvi arriscar comprar um leitor de cartões USB 3.
Nota: Quando eu falar de USB 3, estarei falando das versões 3.0 e 3.1 de USB, quando falar USB 3.0 estarei falando somente da versão 3.0, e quando falar de USB 3.1 é sobre esta versão em específico.
Mas no início achei os leitores de cartões USB 3 muito caros, mas começaram a surgir mais modelos, e a baratearem. Ainda não acho que são baratos, mas acho que estão saindo da faixa de preço de artigo de luxo, especialmente se forem duráveis.
Eu escolhi um dos mais baratos que achei no site Boa Dica, mas vou explicar por que não escolhi o mais barato.
sábado, 2 de novembro de 2019
Por que passei a usar só Micro SD nas minhas câmeras?
Alguém, além de mim, já teve algum cartão eletronicamente bom, mas dando mal contato na câmera e no leitor? Isto é muito chato. O cartão fica não confiável, e é um risco de usar, pois pode colocar na câmera, funcionar, fazer as fotos, e depois não conseguir ler as fotos dele.
Eu tenho alguns cartões que aposentei por este motivo. Aliás, nunca perdi um cartão de memória por defeito eletrônico, ao contrário de pen drives.
O que leva a este defeito no cartão? Uso, muitas inserções e remoções, talvez leitores de baixa qualidade que arranham os contatos etc.
E como se evita estes danos ao cartão? Leitores de qualidade não são fáceis de achar, e preços são enganosos, pois já vi leitores ruins sendo vendido nos mais variados preços. Alguns bons são muito caros.
A melhor solução que achei foi usar Micro SD.
Os cartões Micro SD costumam vir com um adaptador, então, alguns anos atrás, comecei a coletar adaptadores Micro SD para SD de amigos que compraram cartões de memória para celular, MP3 etc. Também guardava os que vinham com os cartões dos meus celulares. Achava um desperdício jogar o adaptador fora. Com isto fiz um pequeno estoque de adaptadores (mas continuo aceitando doações).
O truque é que, usando o adaptador, quem está sofrendo com as inserções e remoções é o adaptador, e não o cartão em si. Quando o adaptador ficar ruim é só retirar o Micro SD dele e colocar em outro adaptador.
Assim faço o cartão durar mais.
Nota: Este texto foi escrito em 10/03/2018 e passou mais de um ano e meio aguardando ser revisado e publicado. Neste tempo, nem antes, não tive nenhum problema com os adaptadores e cartões que eu uso. Talvez nenhum adaptador tenha falhado por estar usando um bom leitor de cartões que será analisado em outro artigo.
Nota 2: Sei que colocando mais uma "camada de contatos" aumentam as chances de mau contato, mas os contatos bons (em qualidade e estado) dificilmente dão problemas, e contatos arranhados, danificados por uso, tem chances de darem problemas.
Eu tenho alguns cartões que aposentei por este motivo. Aliás, nunca perdi um cartão de memória por defeito eletrônico, ao contrário de pen drives.
O que leva a este defeito no cartão? Uso, muitas inserções e remoções, talvez leitores de baixa qualidade que arranham os contatos etc.
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| Note os contatos arranhados, além de alguns danos no corpo dele. Este cartão foi muito usado. |
E como se evita estes danos ao cartão? Leitores de qualidade não são fáceis de achar, e preços são enganosos, pois já vi leitores ruins sendo vendido nos mais variados preços. Alguns bons são muito caros.
A melhor solução que achei foi usar Micro SD.
Os cartões Micro SD costumam vir com um adaptador, então, alguns anos atrás, comecei a coletar adaptadores Micro SD para SD de amigos que compraram cartões de memória para celular, MP3 etc. Também guardava os que vinham com os cartões dos meus celulares. Achava um desperdício jogar o adaptador fora. Com isto fiz um pequeno estoque de adaptadores (mas continuo aceitando doações).
O truque é que, usando o adaptador, quem está sofrendo com as inserções e remoções é o adaptador, e não o cartão em si. Quando o adaptador ficar ruim é só retirar o Micro SD dele e colocar em outro adaptador.
Assim faço o cartão durar mais.
Nota: Este texto foi escrito em 10/03/2018 e passou mais de um ano e meio aguardando ser revisado e publicado. Neste tempo, nem antes, não tive nenhum problema com os adaptadores e cartões que eu uso. Talvez nenhum adaptador tenha falhado por estar usando um bom leitor de cartões que será analisado em outro artigo.
Nota 2: Sei que colocando mais uma "camada de contatos" aumentam as chances de mau contato, mas os contatos bons (em qualidade e estado) dificilmente dão problemas, e contatos arranhados, danificados por uso, tem chances de darem problemas.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Notas sobre o adaptador Nikon FTZ para as câmeras mirrorless Nikon e lentes F
A Nikon lançou as suas câmeras mirrorless com um adaptador FTZ para
permitir o uso das suas lentes com mount F nelas, mas, pelas fotos, um
usuário experiente de lentes antigas da Nikon consegue perceber várias
limitações neste adaptador.
Será usada a Nikon Df como referência para comparação por ser a DLSR da Nikon que aceita a maior gama de lentes da Nikon. Outra referência será Nikon D90, que já foi uma das mais populares câmeras da Nikon.
Tanto a Nikon Df quanto este adaptador não conseguem ler a abertura de lentes lançadas pela Nikon antes de 1977. Mas quase todas estas lentes podem ser modificadas para Ai-S. A Nikon Df consegue ler a abertura das lentes Ai-S, mas este adaptador não pode. Ele não tem o encaixe para isto.
Existe uma pequena chave neste adaptador, perto do encaixe da lente, que se parece muito com uma que existe na D90 e em muitas outras câmeras da Nikon. Ela permite saber se uma lente que tenha anel de abertura, como a popular 50 mm F1.8 AF D, está configurada na abertura mínima. Assim, se a lente se identificar para a câmera (como as que tem contatos eletrônicos), ou for informada em algum menu da câmera (no caso das lentes totalmente mecânicas), seria possível controlar a abertura da lente.
Mas esta chave impede que uma lente Nikon de antes de 1977, que não tenha sido modificada, seja encaixada neste adaptador. Este mesmo problema acontece na D90, e em outras câmeras Nikon. A Nikon Df não possui esta chave, portanto não impede o uso destas lentes.
Outra coisa que se pode notar é a ausência do motor de foco, que é presente em quase todas as câmeras Nikon intermediárias ou melhores. Este motor não está presente nas linhas D3X00 e D5X00. A consequência é que lentes AF e AF D, como a popular 50mm F1.8AF D, não serão capazes de fazer autofoco com este adaptador. Assim só será possível fazer autofoco nas lentes AF-S e AF-P, que possuem o seu próprio motor de foco.
Aparentemente o nível de compatibilidade de lentes deste adaptador deve ser parecido com o das câmeras das linhas D3X00 e D5X00. Isto dificultará o uso de algumas lentes populares, mas deve funcionar em todas as mais modernas.
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| Nikon Z7 com adaptador FTZ. Fonte: Divulgação/Nikon |
Será usada a Nikon Df como referência para comparação por ser a DLSR da Nikon que aceita a maior gama de lentes da Nikon. Outra referência será Nikon D90, que já foi uma das mais populares câmeras da Nikon.
Tanto a Nikon Df quanto este adaptador não conseguem ler a abertura de lentes lançadas pela Nikon antes de 1977. Mas quase todas estas lentes podem ser modificadas para Ai-S. A Nikon Df consegue ler a abertura das lentes Ai-S, mas este adaptador não pode. Ele não tem o encaixe para isto.
Existe uma pequena chave neste adaptador, perto do encaixe da lente, que se parece muito com uma que existe na D90 e em muitas outras câmeras da Nikon. Ela permite saber se uma lente que tenha anel de abertura, como a popular 50 mm F1.8 AF D, está configurada na abertura mínima. Assim, se a lente se identificar para a câmera (como as que tem contatos eletrônicos), ou for informada em algum menu da câmera (no caso das lentes totalmente mecânicas), seria possível controlar a abertura da lente.
Mas esta chave impede que uma lente Nikon de antes de 1977, que não tenha sido modificada, seja encaixada neste adaptador. Este mesmo problema acontece na D90, e em outras câmeras Nikon. A Nikon Df não possui esta chave, portanto não impede o uso destas lentes.
Outra coisa que se pode notar é a ausência do motor de foco, que é presente em quase todas as câmeras Nikon intermediárias ou melhores. Este motor não está presente nas linhas D3X00 e D5X00. A consequência é que lentes AF e AF D, como a popular 50mm F1.8AF D, não serão capazes de fazer autofoco com este adaptador. Assim só será possível fazer autofoco nas lentes AF-S e AF-P, que possuem o seu próprio motor de foco.
Aparentemente o nível de compatibilidade de lentes deste adaptador deve ser parecido com o das câmeras das linhas D3X00 e D5X00. Isto dificultará o uso de algumas lentes populares, mas deve funcionar em todas as mais modernas.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Cuidado com as lentes e dispersão de luz
Toda lente faz algum nível de dispersão de luz. É inevitável. O nível de dispersão é um dos muitos indicadores de qualidade da lente. Se uma lente é boa, ela faz pouca dispersão.
Mas existem outras formas de causar esta dispersão. Uma é colocar um filtro para isto, ou um filtro sujo. Outra é sujar a lente. Colocar o dedo suado na lente é fatal para isto.
O filtro estrela faz isto, ele faz uma dispersão intencional e meio controlada da luz.
A sujeira e impressão digital na lente podem ser limpos, um filtro pode ser removido, mas tem algo que causa esta dispersão que não se resolve facilmente.
Mas existem outras formas de causar esta dispersão. Uma é colocar um filtro para isto, ou um filtro sujo. Outra é sujar a lente. Colocar o dedo suado na lente é fatal para isto.
O filtro estrela faz isto, ele faz uma dispersão intencional e meio controlada da luz.
A sujeira e impressão digital na lente podem ser limpos, um filtro pode ser removido, mas tem algo que causa esta dispersão que não se resolve facilmente.
sábado, 23 de setembro de 2017
Fotografia de filme é discreta ou contínua?
Vendo este vídeo do BláBláLogia (recomendo acompanhar este canal do YouTube) fala de medidas discretas e medidas contínuas.
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Lentes DX e FX em uma câmera FX
A 4 anos atrás publiquei um texto explicando diferenças entre lentes DX e FX, "Lente da D90 serve na D600? - Lente DX em câmera FX", que aconselho a leitura, e sobre as possibilidades de usar lentes DX em câmeras FX. A foto exemplo de uma FX com lente DX mostrada no texto era com uma câmera de filme.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Perda de data em câmeras
Sim, uma câmera pode perder a data, e isto pode gerar um bando de inconveniências, especialmente quanto à catalogação, tal como eu faço com grande rigor.
Isto aconteceu dias atrás comigo com a minha Nikon D90. Ela tem 6 anos e meio de uso, e com o Shutter Count de 93606. Pode-se dizer que foi muito usada. Talvez mais do que a maioria das D90 existentes no mundo.
Notas: Este artigo é bastante técnico, talvez tenham outros artigos futuros que completem ele. Ele tem, como costumo avisar, um alto nível de "nerdice", mas deve ajudar a entender o que aconteceu com a minha câmera, e talvez com a sua (ou que ainda poderá acontecer).
Este problema pode vir a não afetar muita gente, pois abandonam a câmera depois de um tempo, ou a trocam (vendendo ou deixando a antiga de lado). Também deve ter muita gente que não se importa mesmo com as datas armazenadas no EXIF ou as datas dos arquivos das fotos.
Isto aconteceu dias atrás comigo com a minha Nikon D90. Ela tem 6 anos e meio de uso, e com o Shutter Count de 93606. Pode-se dizer que foi muito usada. Talvez mais do que a maioria das D90 existentes no mundo.
Notas: Este artigo é bastante técnico, talvez tenham outros artigos futuros que completem ele. Ele tem, como costumo avisar, um alto nível de "nerdice", mas deve ajudar a entender o que aconteceu com a minha câmera, e talvez com a sua (ou que ainda poderá acontecer).
Este problema pode vir a não afetar muita gente, pois abandonam a câmera depois de um tempo, ou a trocam (vendendo ou deixando a antiga de lado). Também deve ter muita gente que não se importa mesmo com as datas armazenadas no EXIF ou as datas dos arquivos das fotos.
sábado, 13 de agosto de 2016
Chegou a hora de lançar a Nikon F7?
Segundo o site da Nikon, ela ainda fabrica duas câmeras de filme. Elas são a topo de linha F6, toda eletrônica, para profissionais, e a toda mecânica FM10. Sobre a FM10 não tem muito a se falar neste artigo. Não tem muita novidade que pode ser implementada na FM10. Talvez uma melhoria no fotômetro? Mas sobre a outra, a F6, pode-se dizer que muita coisa aconteceu desde que ela foi lançada.
Então penso: Não estaria na hora da Nikon lançar a Nikon F7, uma nova versão profissional de câmera de filme, a sucessora da Nikon F6?
Então penso: Não estaria na hora da Nikon lançar a Nikon F7, uma nova versão profissional de câmera de filme, a sucessora da Nikon F6?
domingo, 10 de julho de 2016
Lente com ácaros?
Eu já vi muito mofo em lente. Eu tive até uns grandes na minha lente 18-105mm que chamei de "cogumelos". Já soube de poeira entrar em lentes que não eram seladas. E acredito que cinzas de cigarro podem entrar em lentes não seladas (Não fume enquanto estiver com a câmera.). Mas esta semana tive uma surpresa.
Eu fui levar umas lentes de uma amiga para serem limpas, e como ela me entregou em cima da hora, quando eu estava para pegar o ônibus, não pude examinar as lentes. Só no dia seguinte que pude examinar as lentes. E tive uma surpresa.
As duas lentes tinham mofo, mas uma tinha um grande em um canto, como pode ver na foto abaixo:
Se você ver algo assim na sua lente, leve-a para um técnico de lentes de confiança para ser limpa.
Mesmo estando grande na imagem, na realidade isto era em um canto da lente.
Tem casos que isto pode tomar todo um elemento da lente, e até mais de um. E tem casos que só são uns fios esparsos, em elementos internos, e não afetam a foto. Neste caso não vale a pena abrir a lente para limpar.
A foto abaixo dá uma visão melhor:
Eu fui levar umas lentes de uma amiga para serem limpas, e como ela me entregou em cima da hora, quando eu estava para pegar o ônibus, não pude examinar as lentes. Só no dia seguinte que pude examinar as lentes. E tive uma surpresa.
As duas lentes tinham mofo, mas uma tinha um grande em um canto, como pode ver na foto abaixo:
Se você ver algo assim na sua lente, leve-a para um técnico de lentes de confiança para ser limpa.
Mesmo estando grande na imagem, na realidade isto era em um canto da lente.
Tem casos que isto pode tomar todo um elemento da lente, e até mais de um. E tem casos que só são uns fios esparsos, em elementos internos, e não afetam a foto. Neste caso não vale a pena abrir a lente para limpar.
A foto abaixo dá uma visão melhor:
domingo, 20 de setembro de 2015
Testando uma Micro-NIKKOR 55mm F2.8 Ai-S
No final de Agosto comprei a minha primeira lente de macro para a minha câmera Nikon. Como uma boa parte dos meus acessórios de fotografia, ela é usada. Antes, se eu tivesse que fazer fotos de coisas pequenas, eu só podia usar a minha ultra zoom, a minha Lumix FZ28 antiguinha.
Eu pretendia arranjar alguma flor, ou algo parecido, para fazer os testes, mas a "divina providência" (e eu sou ateu) me providenciou algo "mais másculo", algo bem mais "coisa de homem" para fotografar do que florzinhas. E também menos cliché. Tal como a bolinha amarela, usada em 3 artigos (Obturador de cortina e sincronismo de flash, Fotografando MRUA - Planejamento e Fotografando MRUA - Execução), achei um carrinho de brinquedo no meu jardim. (kkk)
| Mostrando a lente na sua posição mínima de foco, e aparecendo também o gancho para os Photomic pré 1977, as posições de abertura e a descrição dela. |
Eu pretendia arranjar alguma flor, ou algo parecido, para fazer os testes, mas a "divina providência" (e eu sou ateu) me providenciou algo "mais másculo", algo bem mais "coisa de homem" para fotografar do que florzinhas. E também menos cliché. Tal como a bolinha amarela, usada em 3 artigos (Obturador de cortina e sincronismo de flash, Fotografando MRUA - Planejamento e Fotografando MRUA - Execução), achei um carrinho de brinquedo no meu jardim. (kkk)
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| F32, 30 segundos de exposição. |
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Fico em DX, subo para FX, ou fico com a mesma câmera até ela acabar?
A algum tempo penso em fazer um upgrade de câmera. Pegar uma com mais resolução, mais recursos, melhor qualidade de imagem, menos ruído etc, do que a minha querida Nikon D90, mas surgem alguns problemas e dilemas.
Nota: Vou me ater à Nikon, pois tenho muita coisa que teria de substituir se mudar de sistema, fabricante etc.
Nota: Vou me ater à Nikon, pois tenho muita coisa que teria de substituir se mudar de sistema, fabricante etc.
domingo, 19 de outubro de 2014
Câmeras e Horário de Verão.
Entramos em mais um horário de verão. Além de ter que ajustar a hora em um bando de dispositivos que não se ajustam automaticamente, como relógios de parede à pilha (Fiz isto.) e celulares antigos (Também fiz isto.), também temos que ajustar o horário nas câmeras.
Quase todas as câmeras digitais tem um relógio, e anota a hora em que foi feita a foto. Eles precisam ser ajustados também. Pode-se ajustar diretamente a hora, ou usar um de outros possíveis recursos.
Algumas câmeras, como a minha Nikon D90, tem a opção de horário de verão. Então é só ligar. Algumas tem como mudar o fuso horário. A Panasonic FZ28 tem como ajustar o fuso horário do destino da viagem, e eu uso este recurso. Este ajuste na minha FZ28 está adiantado em uma hora, e sempre o uso para o horário de verão do Brasil.
Quase todas as câmeras digitais tem um relógio, e anota a hora em que foi feita a foto. Eles precisam ser ajustados também. Pode-se ajustar diretamente a hora, ou usar um de outros possíveis recursos.
Algumas câmeras, como a minha Nikon D90, tem a opção de horário de verão. Então é só ligar. Algumas tem como mudar o fuso horário. A Panasonic FZ28 tem como ajustar o fuso horário do destino da viagem, e eu uso este recurso. Este ajuste na minha FZ28 está adiantado em uma hora, e sempre o uso para o horário de verão do Brasil.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Brincando com um filtro multi-imagem
Uns 2 meses atrás comprei um filtro multi-imagens, junto com adaptadores e outros filtros, de um colega de trabalho, mas demorei alguns dias para experimentar.
Este filtro é algo divertido de se usar. Pena que não fabricam mais. Acredito que seja porque muitos preferem fazer isto na edição, mas eu acho mais divertido fazer coisas assim na câmera.
| Praça da Matriz, Centro Histórico de Paraty, ponta junto à quadra. Abertura F2.8. |
Este filtro é algo divertido de se usar. Pena que não fabricam mais. Acredito que seja porque muitos preferem fazer isto na edição, mas eu acho mais divertido fazer coisas assim na câmera.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Falando de pilhas e baterias, e o que é mAh
Já vi muitas bobagens sendo faladas sobre pilhas, especialmente sobre as recarregáveis (Exemplos: Tem que gastar até o fim. Não pode recarregar sem estar zerada.). E acho que pouca gente sabe o que é mAh. Então vamos tratar destes assuntos.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Equipamento melhor dá resultado melhor?
Conheci um cara que costumava usar faca como ferramenta para tudo. Um dia pediu um canivete suíço emprestado para tirar um parafuso. O que ele fez? Quebrou a ponta da lâmina e ela fechou na mão dele, fazendo um corte bem fundo num dedo. Ele não sabia usar um canivete suíço, então não tentou usar a chave de fenda do canivete, e sim tentou usar a lâmina.
Equipamento melhor só faz diferença na mão de quem é capaz de usar o que ele tem de melhor que um outro. E mesmo assim, quando for necessário usar esta vantagem que ele tem. Se não souber usar o que ele tem de melhor, pode até mesmo obter resultados piores.
No caso acima, se fosse para abrir um envelope, teria que usar a lâmina, o que seria praticamente indiferente entre usar uma faca e o canivete.
E mesmo limitações podem se tornar vantagens, como exigir inventividade para obter bons resultados. E este é um dos pontos que mostram se a pessoa é boa ou não.
Uma parte do resultado final depende de equipamento, pois ele pode até afetar escolhas de criação que se faz, criando ou impedindo certas possibilidades, mas certamente a maior parte do resultado depende da habilidade de usar o equipamento, a forma de usar ele etc.
Eu já escrevi sobre estas coisas em meu blog que sugiro que leiam:
O equipamento não faz diferença. Não é bem assim.
A câmera é a ponta do Iceberg.
Então é melhor aprender a usar o que tem à mão, aprender os recursos e limitações do que se tem, e não ficar só desejando mais e mais.
PS: O canivete mencionado no primeiro parágrafo não era meu, senão eu estaria cumprindo uns 40 anos de prisão.
Equipamento melhor só faz diferença na mão de quem é capaz de usar o que ele tem de melhor que um outro. E mesmo assim, quando for necessário usar esta vantagem que ele tem. Se não souber usar o que ele tem de melhor, pode até mesmo obter resultados piores.
No caso acima, se fosse para abrir um envelope, teria que usar a lâmina, o que seria praticamente indiferente entre usar uma faca e o canivete.
E mesmo limitações podem se tornar vantagens, como exigir inventividade para obter bons resultados. E este é um dos pontos que mostram se a pessoa é boa ou não.
Uma parte do resultado final depende de equipamento, pois ele pode até afetar escolhas de criação que se faz, criando ou impedindo certas possibilidades, mas certamente a maior parte do resultado depende da habilidade de usar o equipamento, a forma de usar ele etc.
Eu já escrevi sobre estas coisas em meu blog que sugiro que leiam:
O equipamento não faz diferença. Não é bem assim.
A câmera é a ponta do Iceberg.
Então é melhor aprender a usar o que tem à mão, aprender os recursos e limitações do que se tem, e não ficar só desejando mais e mais.
PS: O canivete mencionado no primeiro parágrafo não era meu, senão eu estaria cumprindo uns 40 anos de prisão.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Nikon 105mm Micro VR, visor eletrônico, "troca de figurinhas" etc
Uma coisa muito legal é encontrar uma outra pessoa com interesses parecidos, loucas por alguma coisa, mas com alguns "brinquedos" um pouco diferentes para "trocar figurinhas". Eu sou um destes, e adoro conversar sobre fotografia e sobre Nikon. Semanas atrás conheci um outro fotógrafo amador tão louco por Nikon quanto eu, mas como ele tinha mais dinheiro e mais facilidades de viajar do que eu, então ele tinha "brinquedinhos" melhores. Vou falar disto, um pouco da conversa, e especialmente de um "brinquedinho", uma lente, que ele me emprestou por alguns minutos.
| Migalhas de pão fotografadas com uma Nikon D90 e uma lente 105mm F2.8 VR. |
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