Devia
ter prestado atenção na data a uns 2 meses atrás. Entre os dias 3 a 8
de Agosto fizeram 20 anos que o HDR foi introduzido oficialmente na
fotografia, com a apresentação do trabalho do Paul Debevec no Siggraph 97. Foi quando ele apresentou o trabalho Recovering High Dynamic Range Radiance Maps from Photographs. Para detalhes sobre este trabalho clique aqui.
Como não tenho a programação detalhada do evento, não sei precisar mais a data, mas o evento aconteceu durante estes dias.
Mas não fui o único a deixar passar em branco. Não vi nenhum lugar, nem na comunidade de HDR que participo no Facebook, nem nas de fotografias.
Mas eu me sinto mal pessoalmente, pois eu sabia que este ano faria 20 anos, eu li o trabalho apresentado, eu sabia da origem do HDR, e deixei passar.
Blog principalmente de fotografia, mas também de outros assuntos inclusive computação e Open Source.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
sábado, 23 de setembro de 2017
Fotografia de filme é discreta ou contínua?
Vendo este vídeo do BláBláLogia (recomendo acompanhar este canal do YouTube) fala de medidas discretas e medidas contínuas.
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
A fotografia digital é plenamente discreta, pois além da discretização de pixeis (que é a discretização espacial do sensor), tem a discretização de bits por pixel. Muitas câmeras tem 12 bits por pixel. Algumas melhores tem 14 bits por pixel.
E filme fotográfico? É contínuo ou discreto?
sábado, 18 de março de 2017
Sunny 16, ou sobrevivendo sem fotômetro
Existe uma dica de como avaliar o nível de exposição para uma foto sem ter um fotômetro. É a tabela Sunny 16.
A palavra Sunny significa ensolarado, e 16 se refere à abertura da lente a ser usada.
É basicamente uma tabela, que diz que, em um dia ensolarado, com um filme ISO 100, deve-se usar 1/100 s de tempo de exposição e F16 de abertura.
Esta tabela é tão famosa que até existem camisas com ela.
E até uma página com uma coletânea de tabelas.
A tabela é basicamente:
Algumas câmeras não tem o tempo de exposição de 1/100 s, mas tem 1/125 s, então, este deve ser usado. A diferença no nível de exposição será pequena.
Reciprocidade: Variando o ISO
E se for usar um filme que não for ISO 100? A solução é simples. Para um filme ISO 200, use 1/200 s. Para um filme ISO 400 use 1/400 s de exposição. Para um filme ISO 125 use 1/125 s. Ou seja, use o valor do ISO como denominador do tempo de exposição: 1/ISO s.
Mais reciprocidade
E se quiser variar a abertura ou o tempo?
Digamos a situação de sol com filme de ISO 100. Se quiser usar F11, divida o tempo de exposição por 2, isto é, 1/200. Se quiser usar F8, divida o tempo por 4, isto é, 1/400.
Como dividiu a abertura por dois e o tempo de exposição por 4? Sim, a abertura é inversamente proporcional ao diâmetro aberto no diafragma, mas a luz que entra é proporcional à área. Então, se dividir o número F, a abertura, por dois, quadruplicará a área aberta no diafragma e entrará o quádruplo de luz, portanto, para manter o nível de exposição, tem que dividir o tempo de exposição por 4.
Exercício para casa
Se está com filme ISO 200, tem um mormaço com sombras definidas, e você quer usar 1/100 s de tempo de exposição. Qual é a abertura que tem que usar? Responda nos comentários. É discursiva, então explique a sua resposta.
Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_sunny_16
https://en.wikipedia.org/wiki/Sunny_16_rule
A palavra Sunny significa ensolarado, e 16 se refere à abertura da lente a ser usada.
É basicamente uma tabela, que diz que, em um dia ensolarado, com um filme ISO 100, deve-se usar 1/100 s de tempo de exposição e F16 de abertura.
Esta tabela é tão famosa que até existem camisas com ela.
E até uma página com uma coletânea de tabelas.
A tabela é basicamente:
| Abertura | Situação |
|---|---|
| F22 | Ensolarado com areia e/ou neve |
| F16 | Ensolarado |
| F11 | Mormaço com sombras definidas |
| F8 | Mormaço quase sem sombras |
| F5.6 | Muito nublado |
Algumas câmeras não tem o tempo de exposição de 1/100 s, mas tem 1/125 s, então, este deve ser usado. A diferença no nível de exposição será pequena.
Reciprocidade: Variando o ISO
E se for usar um filme que não for ISO 100? A solução é simples. Para um filme ISO 200, use 1/200 s. Para um filme ISO 400 use 1/400 s de exposição. Para um filme ISO 125 use 1/125 s. Ou seja, use o valor do ISO como denominador do tempo de exposição: 1/ISO s.
Mais reciprocidade
E se quiser variar a abertura ou o tempo?
Digamos a situação de sol com filme de ISO 100. Se quiser usar F11, divida o tempo de exposição por 2, isto é, 1/200. Se quiser usar F8, divida o tempo por 4, isto é, 1/400.
Como dividiu a abertura por dois e o tempo de exposição por 4? Sim, a abertura é inversamente proporcional ao diâmetro aberto no diafragma, mas a luz que entra é proporcional à área. Então, se dividir o número F, a abertura, por dois, quadruplicará a área aberta no diafragma e entrará o quádruplo de luz, portanto, para manter o nível de exposição, tem que dividir o tempo de exposição por 4.
Exercício para casa
Se está com filme ISO 200, tem um mormaço com sombras definidas, e você quer usar 1/100 s de tempo de exposição. Qual é a abertura que tem que usar? Responda nos comentários. É discursiva, então explique a sua resposta.
Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_sunny_16
https://en.wikipedia.org/wiki/Sunny_16_rule
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Por que usar RAW para fazer HDR?
Por que devemos usar as imagens RAW, e não JPEG para fazer HDR?
A palavra RAW em Inglês significa "cru" em Português. Não é uma sigla. Seria na ideia da imagem não tratada. É a imagem tal como saiu do sensor.
Se você não sabe o que é HDR, Mapeamento de Tons etc, e quer continuar lendo este texto, sugiro ler o texto Teoria Básica de HDR e HDR, um estudo de caso (Making Of).
O JPEG só pode, por definição, ter 8 bits por cor em cada pixel, possibilitando no máximo 256 tons por cor, e com 3 cores (RGB) só pode representar 16.777.216 cores.
A maior parte das câmeras digitalizam com 12 bits por cor por pixel (Na realidade é um pouco mais complicado que isto. Pesquise sobre Filtro Bayer para obter detalhes.), as melhores podem digitalizar com 14 bits por cor por pixel, e já ouvi falar de 16 bits por cor por pixel. Com 12 bits temos 4.096 tons para cara cor, o que dá 68.719.476.736 cores possíveis. E com 14 bits temos 16.384 tons por cor, e 4.398.046.511.104 cores possíveis. Bem mais do que o JPEG.
A palavra RAW em Inglês significa "cru" em Português. Não é uma sigla. Seria na ideia da imagem não tratada. É a imagem tal como saiu do sensor.
Se você não sabe o que é HDR, Mapeamento de Tons etc, e quer continuar lendo este texto, sugiro ler o texto Teoria Básica de HDR e HDR, um estudo de caso (Making Of).
O JPEG só pode, por definição, ter 8 bits por cor em cada pixel, possibilitando no máximo 256 tons por cor, e com 3 cores (RGB) só pode representar 16.777.216 cores.
A maior parte das câmeras digitalizam com 12 bits por cor por pixel (Na realidade é um pouco mais complicado que isto. Pesquise sobre Filtro Bayer para obter detalhes.), as melhores podem digitalizar com 14 bits por cor por pixel, e já ouvi falar de 16 bits por cor por pixel. Com 12 bits temos 4.096 tons para cara cor, o que dá 68.719.476.736 cores possíveis. E com 14 bits temos 16.384 tons por cor, e 4.398.046.511.104 cores possíveis. Bem mais do que o JPEG.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Lentes DX e FX em uma câmera FX
A 4 anos atrás publiquei um texto explicando diferenças entre lentes DX e FX, "Lente da D90 serve na D600? - Lente DX em câmera FX", que aconselho a leitura, e sobre as possibilidades de usar lentes DX em câmeras FX. A foto exemplo de uma FX com lente DX mostrada no texto era com uma câmera de filme.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
Agora pude fazer o teste de uma câmera FX com duas lentes fixas FX e uma lente zoom DX, fazendo a câmera operar em modo DX e FX.
domingo, 8 de janeiro de 2017
Em busca da imagem perfeita
Muitas vezes as pessoas veem uma foto, uma imagem, e acham linda, mas não fazem ideia do trabalho que tem por trás dela. É um pouco disto que vou contar aqui, não mencionando os anos de estudo por trás que me tornaram capaz de ver e resolver estes problemas.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
HDR da Lua com nuvens e quebrando regras
Faz algum tempo que quero fazer um HDR com a Lua, de modo que aparecessem as suas crateras e vales, e as nuvens do céu iluminados por ela, e a dias tenho planejado isto. Fiz alguns testes, até que tive uma nuvem razoável e uma boa Lua crescente.
Deu um bom trabalho, e quem quiser saber os detalhes técnicos, e sobre a quebra de regras mencionada no título, é só continuar lendo (Em alguns casos pode ser necessário clicar no "Continua...".).
Deu um bom trabalho, e quem quiser saber os detalhes técnicos, e sobre a quebra de regras mencionada no título, é só continuar lendo (Em alguns casos pode ser necessário clicar no "Continua...".).
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Perda de data em câmeras
Sim, uma câmera pode perder a data, e isto pode gerar um bando de inconveniências, especialmente quanto à catalogação, tal como eu faço com grande rigor.
Isto aconteceu dias atrás comigo com a minha Nikon D90. Ela tem 6 anos e meio de uso, e com o Shutter Count de 93606. Pode-se dizer que foi muito usada. Talvez mais do que a maioria das D90 existentes no mundo.
Notas: Este artigo é bastante técnico, talvez tenham outros artigos futuros que completem ele. Ele tem, como costumo avisar, um alto nível de "nerdice", mas deve ajudar a entender o que aconteceu com a minha câmera, e talvez com a sua (ou que ainda poderá acontecer).
Este problema pode vir a não afetar muita gente, pois abandonam a câmera depois de um tempo, ou a trocam (vendendo ou deixando a antiga de lado). Também deve ter muita gente que não se importa mesmo com as datas armazenadas no EXIF ou as datas dos arquivos das fotos.
Isto aconteceu dias atrás comigo com a minha Nikon D90. Ela tem 6 anos e meio de uso, e com o Shutter Count de 93606. Pode-se dizer que foi muito usada. Talvez mais do que a maioria das D90 existentes no mundo.
Notas: Este artigo é bastante técnico, talvez tenham outros artigos futuros que completem ele. Ele tem, como costumo avisar, um alto nível de "nerdice", mas deve ajudar a entender o que aconteceu com a minha câmera, e talvez com a sua (ou que ainda poderá acontecer).
Este problema pode vir a não afetar muita gente, pois abandonam a câmera depois de um tempo, ou a trocam (vendendo ou deixando a antiga de lado). Também deve ter muita gente que não se importa mesmo com as datas armazenadas no EXIF ou as datas dos arquivos das fotos.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
A maldita máquina de vendas, acompanhamento
Existem muitos tipos de trabalhos fotográficos de acompanhamento. Acompanhamento de grávida, que até fazem time lapse, acompanhamento de crianças durante o primeiro mês de vida, voltar a fotografar pessoas, e por vezes nas mesmas poses, anos depois etc. Mas estou fazendo um trabalho de acompanhamento fotográfico diferente.
Estou fotografando os produtos presos em uma determinada máquina de vendas. Acho que é a máquina de vendas mais maldita que conheço. Nunca vi tanto produto preso em uma só máquina de vendas.
Para simplificar, estou fotografando com o celular, pela praticidade, e para me acostumar a usar a câmera do celular para algumas fotos. Mas no início usei a minha Ultra Zoom.
Abaixo o álbum com as fotos.
Até a data atual, dia 9 de Outubro de 2016 foram 14 fotos e 16 produtos presos. Em uma das vezes foram 3 produtos presos ao mesmo tempo. A maior parte das vezes foram um dos mesmos três produtos, e uma vez foram os três juntos.
A primeira foto foi de 29 de fevereiro de 2016, e as outras, que foram feitas com o celular, começam em 28 de Junho de 2016, a data que comecei a acompanhar a máquina. Sempre que possível, e estou na estação, verifico para ver se tem algum produto preso nela. Bem possivelmente não peguei todos os casos.
Já enviei algumas fotos por e-mail para o responsável pela máquina, mas não tive resposta.
Atualização: Acrescentei ao álbum uma foto feita no dia 20/10/2016.
Estou fotografando os produtos presos em uma determinada máquina de vendas. Acho que é a máquina de vendas mais maldita que conheço. Nunca vi tanto produto preso em uma só máquina de vendas.
Para simplificar, estou fotografando com o celular, pela praticidade, e para me acostumar a usar a câmera do celular para algumas fotos. Mas no início usei a minha Ultra Zoom.
Abaixo o álbum com as fotos.
| Clique na foto para ir para o álbum. |
Até a data atual, dia 9 de Outubro de 2016 foram 14 fotos e 16 produtos presos. Em uma das vezes foram 3 produtos presos ao mesmo tempo. A maior parte das vezes foram um dos mesmos três produtos, e uma vez foram os três juntos.
A primeira foto foi de 29 de fevereiro de 2016, e as outras, que foram feitas com o celular, começam em 28 de Junho de 2016, a data que comecei a acompanhar a máquina. Sempre que possível, e estou na estação, verifico para ver se tem algum produto preso nela. Bem possivelmente não peguei todos os casos.
Já enviei algumas fotos por e-mail para o responsável pela máquina, mas não tive resposta.
Atualização: Acrescentei ao álbum uma foto feita no dia 20/10/2016.
domingo, 11 de setembro de 2016
Fotógrafo só paga por software por que quer, ou por desinformação
Não, não estou incentivando a pirataria de programas, mesmo ela sendo uma realidade muito comum. A pirataria não se enquadra em nenhum dos dois casos citados no título deste artigo. Talvez devesse acrescentar que também só faz pirataria por desinformação.
Existem muitos Softwares Livres para fotografia, e muitos deles são multiplataforma, isto é, funcionam no Microsoft Windows, Mac OS X, GNU/Linux, FreeBSD etc, ao contrário dos comerciais, que funcionam em poucas plataformas, tipicamente só Microsoft Windows e Mac OS X, quando não em só em uma delas.
Pesquisem sobre GIMP, UFRaw, Luminance HDR, CinePaint, darktable, KPhotoAlbum e Hugin. Na realidade, a lista é muito maior do que isto, mas estes são alguns dos que uso no meu dia a dia de fotógrafo amador (Quase, estou aprendendo a usar o DarkTable neste final de semana.). Já falei sobre este assunto antes (Aconselho dar uma olhada.), logo no início deste blog, a 6 anos atrás.
A maioria dos fotógrafos que conheço não conhece estes programas, ou mal ouviu falar de alguns poucos deles, e parte dos que ouviram falar foi de forma errada, com informações desatualizadas, de forma preconceituosa etc. Por isto que usei a palavra "desinformação" no título.
Para usar todos os benefícios deles, e todos eles, talvez tenha que passar a usar um GNU/Linux ou o FreeBSD (o que eu uso), mas acho que, diante da quantidade de coisas que um fotógrafo tem que aprender para ser realmente bom na era digital, aprender a usar um outro sistema operacional pode se tornar algo pequeno (Fora outros benefícios, como não ter vírus.). Conheço gente que fez esta transição.
Existem muitos Softwares Livres para fotografia, e muitos deles são multiplataforma, isto é, funcionam no Microsoft Windows, Mac OS X, GNU/Linux, FreeBSD etc, ao contrário dos comerciais, que funcionam em poucas plataformas, tipicamente só Microsoft Windows e Mac OS X, quando não em só em uma delas.
Pesquisem sobre GIMP, UFRaw, Luminance HDR, CinePaint, darktable, KPhotoAlbum e Hugin. Na realidade, a lista é muito maior do que isto, mas estes são alguns dos que uso no meu dia a dia de fotógrafo amador (Quase, estou aprendendo a usar o DarkTable neste final de semana.). Já falei sobre este assunto antes (Aconselho dar uma olhada.), logo no início deste blog, a 6 anos atrás.
A maioria dos fotógrafos que conheço não conhece estes programas, ou mal ouviu falar de alguns poucos deles, e parte dos que ouviram falar foi de forma errada, com informações desatualizadas, de forma preconceituosa etc. Por isto que usei a palavra "desinformação" no título.
Para usar todos os benefícios deles, e todos eles, talvez tenha que passar a usar um GNU/Linux ou o FreeBSD (o que eu uso), mas acho que, diante da quantidade de coisas que um fotógrafo tem que aprender para ser realmente bom na era digital, aprender a usar um outro sistema operacional pode se tornar algo pequeno (Fora outros benefícios, como não ter vírus.). Conheço gente que fez esta transição.
Extra
No ano passado fiz um workshop de fotografia no qual um aluno estava com uma câmera novinha, lançada poucos meses antes. O programa comercial instalado no notebook do professor não abria os arquivos raw desta câmera, pedindo atualização para fazer isto. O UFRaw no meu notebook, instalado meses antes do lançamento da câmera, estava abrindo sem problemas.
sábado, 13 de agosto de 2016
Chegou a hora de lançar a Nikon F7?
Segundo o site da Nikon, ela ainda fabrica duas câmeras de filme. Elas são a topo de linha F6, toda eletrônica, para profissionais, e a toda mecânica FM10. Sobre a FM10 não tem muito a se falar neste artigo. Não tem muita novidade que pode ser implementada na FM10. Talvez uma melhoria no fotômetro? Mas sobre a outra, a F6, pode-se dizer que muita coisa aconteceu desde que ela foi lançada.
Então penso: Não estaria na hora da Nikon lançar a Nikon F7, uma nova versão profissional de câmera de filme, a sucessora da Nikon F6?
Então penso: Não estaria na hora da Nikon lançar a Nikon F7, uma nova versão profissional de câmera de filme, a sucessora da Nikon F6?
domingo, 10 de julho de 2016
Lente com ácaros?
Eu já vi muito mofo em lente. Eu tive até uns grandes na minha lente 18-105mm que chamei de "cogumelos". Já soube de poeira entrar em lentes que não eram seladas. E acredito que cinzas de cigarro podem entrar em lentes não seladas (Não fume enquanto estiver com a câmera.). Mas esta semana tive uma surpresa.
Eu fui levar umas lentes de uma amiga para serem limpas, e como ela me entregou em cima da hora, quando eu estava para pegar o ônibus, não pude examinar as lentes. Só no dia seguinte que pude examinar as lentes. E tive uma surpresa.
As duas lentes tinham mofo, mas uma tinha um grande em um canto, como pode ver na foto abaixo:
Se você ver algo assim na sua lente, leve-a para um técnico de lentes de confiança para ser limpa.
Mesmo estando grande na imagem, na realidade isto era em um canto da lente.
Tem casos que isto pode tomar todo um elemento da lente, e até mais de um. E tem casos que só são uns fios esparsos, em elementos internos, e não afetam a foto. Neste caso não vale a pena abrir a lente para limpar.
A foto abaixo dá uma visão melhor:
Eu fui levar umas lentes de uma amiga para serem limpas, e como ela me entregou em cima da hora, quando eu estava para pegar o ônibus, não pude examinar as lentes. Só no dia seguinte que pude examinar as lentes. E tive uma surpresa.
As duas lentes tinham mofo, mas uma tinha um grande em um canto, como pode ver na foto abaixo:
Se você ver algo assim na sua lente, leve-a para um técnico de lentes de confiança para ser limpa.
Mesmo estando grande na imagem, na realidade isto era em um canto da lente.
Tem casos que isto pode tomar todo um elemento da lente, e até mais de um. E tem casos que só são uns fios esparsos, em elementos internos, e não afetam a foto. Neste caso não vale a pena abrir a lente para limpar.
A foto abaixo dá uma visão melhor:
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Os 5 modos de controlar o nível de exposição
Existem, pelo menos (que eu conheça), cinco modos de controlar a exposição de uma fotografia. Três delas são inerentes da câmera, outra é usada na lente da câmera, e outra é do ambiente/cena fotografado e nem sempre pode ser controlado.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Carnaval e céu azul no Centro Histório de Paraty
Hoje de tarde fiz um passeio fotografando a decoração do carnaval, com o céu azul ao fundo (Quase sempre, pois tinha algumas nuvens.).
Na realidade fotografei vários temas, mas escolhi este para publicar.
Na realidade fotografei vários temas, mas escolhi este para publicar.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Uma volta por volta do Museu do Amanhã
No final da tarde, e início da noite, do dia 08/01/2016 deu uma volta na Praça Mauá, e por volta do Museu do Amanhã. Não pude entrar pois tinha acabado o horário de entrada.
O prédio é realmente impressionante, e o entorno também. Foi legal andar ali. Em um momento, no meio do passeio, resolvi fazer algumas fotos com a minha companheira Lumix FZ28.
As fotos podem ser vistas abaixo (Clique no "Continua..." para ver as outras.):
O prédio é realmente impressionante, e o entorno também. Foi legal andar ali. Em um momento, no meio do passeio, resolvi fazer algumas fotos com a minha companheira Lumix FZ28.
As fotos podem ser vistas abaixo (Clique no "Continua..." para ver as outras.):
sábado, 2 de janeiro de 2016
Um pouco sobre fotografia de fogos
Este ano cheguei em cima da hora para fotografar os fogos de Paraty. Uns 15 minutos antes. Deveria ter chegado antes, mas não foi possível. Assim não tive tempo de testar tudo o que precisava.
No ano passado usei o DSLR Remote para controlar a câmera, mas este ano troquei de celular, e ainda não tinha testado ele no novo celular. Na hora de testar, descobri que o DSLR Remote não funciona no Moto G3. Ele faz até o click, mas é muto baixo. Acho que não tem potência suficiente para acionar os LEDs.
Pensei em usar o DslrDashboard, mas vi que teria que testar antes e estava ficando sem tempo. Em suma, resolvi apelar para o plano C, que é apertar mesmo o botão, com a câmera em modo Bulb, como fazia antigamente.
Desta vez resolvi fazer algumas coisas diferentes. Acho que estou melhorando, mas falta muito para me tornar um bom fotógrafo de fogos de artifício.
Uma das coisas diferentes foi não fotografar todo o percurso dos fogos, e sim, um tempo curto depois da explosão. Mas acertar este tempo não é tão fácil quanto falar (ou escrever).
Eu não tinha o controle sobre quais fogos, quando, por quanto tempo, onde etc. Eu tinha que pegar um enquadramento grande do céu e tentar dar sorte. Tinha que controlar a ansiedade. Não tinha tempo para avaliar os resultados. A fumaça também se acumularia, piorando os resultados, criando dispersão da luz, obstruindo a visão etc.
Deve ser muito mais fácil fotografar fogos encenados, disparados controladamente para serem fotografados, mas não tenho cacife para isto.
Fotografar fogos parece ser tão, ou mais, difícil do que fotografar esportes.
Postei aqui as fotos sem cortes, sem edição, sem apagar os restos dos fogos anteriores. Sei que poderia melhorar as fotos assim, artificialmente, mas quis passar a mensagem de que fotografar fogos não é tarefa fácil. Basicamente escolhi algumas das fotos que gostei.
No ano passado usei o DSLR Remote para controlar a câmera, mas este ano troquei de celular, e ainda não tinha testado ele no novo celular. Na hora de testar, descobri que o DSLR Remote não funciona no Moto G3. Ele faz até o click, mas é muto baixo. Acho que não tem potência suficiente para acionar os LEDs.
Pensei em usar o DslrDashboard, mas vi que teria que testar antes e estava ficando sem tempo. Em suma, resolvi apelar para o plano C, que é apertar mesmo o botão, com a câmera em modo Bulb, como fazia antigamente.
Desta vez resolvi fazer algumas coisas diferentes. Acho que estou melhorando, mas falta muito para me tornar um bom fotógrafo de fogos de artifício.
Uma das coisas diferentes foi não fotografar todo o percurso dos fogos, e sim, um tempo curto depois da explosão. Mas acertar este tempo não é tão fácil quanto falar (ou escrever).
Eu não tinha o controle sobre quais fogos, quando, por quanto tempo, onde etc. Eu tinha que pegar um enquadramento grande do céu e tentar dar sorte. Tinha que controlar a ansiedade. Não tinha tempo para avaliar os resultados. A fumaça também se acumularia, piorando os resultados, criando dispersão da luz, obstruindo a visão etc.
Deve ser muito mais fácil fotografar fogos encenados, disparados controladamente para serem fotografados, mas não tenho cacife para isto.
Fotografar fogos parece ser tão, ou mais, difícil do que fotografar esportes.
Postei aqui as fotos sem cortes, sem edição, sem apagar os restos dos fogos anteriores. Sei que poderia melhorar as fotos assim, artificialmente, mas quis passar a mensagem de que fotografar fogos não é tarefa fácil. Basicamente escolhi algumas das fotos que gostei.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Meu primeiro vídeo no Facebook.
Quem diria, publiquei meu primeiro vídeo no Facebook, e não é um vídeo. É um Time-lapse feito de longas exposições.
Ele pode ser visto neste link do YouTube, ou abaixo.
Apesar de ter feito algumas capturas para Time-lapse, esta é a primeira vez que chego a montar o vídeo.
Ele pode ser visto neste link do YouTube, ou abaixo.
Apesar de ter feito algumas capturas para Time-lapse, esta é a primeira vez que chego a montar o vídeo.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Retratos de uma gata
Na minha última última ida a Paraty eu tive a oportunidade de fotografar uma gata na minha casa. Fiz alguns retratos dela. Ela sabia posar para fotos.
Clique no "Continua..." abaixo para ver as fotos.
Clique no "Continua..." abaixo para ver as fotos.
sábado, 31 de outubro de 2015
Uma foto realmente precisa estar em foco?
Em geral, sim. Em geral, o objeto principal (ou tudo, ou boa parte) da foto precisa estar em foco. Mas nem sempre, pois uma foto também pode ser arte abstrata.
Notem a foto acima. O que mais chama a atenção, que ocupa mais área, está muito desfocado. E a moto Vespa vermelha chama muito atenção. Ela está no meio da foto, bem iluminada, mas fora de foco.
O que está em foco é ponto mais distante da cadeira mais distante, e a corda que separa o mundo de fora da lanchonete onde eu estava. Este foco não é óbvio de imediato.
Existe uma clara separação de ambientes, por iluminação e foco, que pode ser interpretada de muitas formas diferentes. Acho que fiz uma arte abstrata.
O que está em foco é ponto mais distante da cadeira mais distante, e a corda que separa o mundo de fora da lanchonete onde eu estava. Este foco não é óbvio de imediato.
Existe uma clara separação de ambientes, por iluminação e foco, que pode ser interpretada de muitas formas diferentes. Acho que fiz uma arte abstrata.
Não é a primeira vez que publico algo com forte apelo ao desfoque. Aqui está um trabalho anterior.
domingo, 25 de outubro de 2015
Fotografia básica para turistas leigos em fotografia
Depois de dar muitas dicas de fotografia para turistas leigos em fotografia no Centro Histórico de Paraty resolvi escrever este texto. Ele é um conjunto básico de dicas para evitar fotos muito ruins de viagem. Ele está dividido em 3 partes: Motivação, Enquadramento e Noturna. Acho que são os 3 pontos mais importantes que um turista leigo em fotografia tem que saber.
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